Saudações Flamengas, galera do FlamengoNet. Domingão sem Mengão é sempre monótono, mas em compensação podemos nos dedicar a outras tarefas, e até tirar eventuais "atrasos", seja no trabalho, nos estudos ou na vida pessoal.
domingo, 31 de outubro de 2010
Saudações Flamengas, galera do FlamengoNet. Domingão sem Mengão é sempre monótono, mas em compensação podemos nos dedicar a outras tarefas, e até tirar eventuais "atrasos", seja no trabalho, nos estudos ou na vida pessoal.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Quem é que manda?
Sei bem que o risco de rebaixamento ainda não acabou para o Flamengo. Na frieza dos números, a distância em relação aos primeiros que estão na terrível zona não é confortável. Mas não adianta: não consigo mais esquentar a cabeça quanto aos resultados ou ao futebol que o time está apresentando este ano. No que se refere ao Flamengo dentro de campo, só está me restando esperar o fim de 2010.
É bom que lá dentro estejam bem concentrados no trabalho atual, para não correr nenhum risco de susto desnecessário ao fim do campeonato. Mas já devem também estar pensando bastante no ano que vem. Luxemburgo mesmo deve estar fazendo divertidos exercícios imaginando as contratações que fará para o ano que vem.
Bem, segue abaixo um exercício de análise do elenco atual, pra ajudar a pensar no que o time precisará em 2012. É bom estar de olho nas durações dos contratos de quem está lá.
Goleiros:
Marcelo Lomba, o titular, dá conta do recado e tem contrato até o final de 2012. Fora ele, no momento o Flamengo só tem um goleiro no profissional em condição de estar ao menos no banco em toda a próxima temporada: Paulo Victor, que sinceramente não conheço e tem contrato até março de 2013. Vinícius, o outro reserva contratado este ano, tem seu empréstimo se encerrando no fim de 2010.
- É preciso verificar se o goleiro da base tem condições de ir pro profissional. Caso contrário, é preciso contratar alguém para a reserva.
Zagueiros:
Os dois mais jovens do elenco, Wellinton e David, estão garantidos para 2011 – seus contratos vão até a metade de 2014. Fora isso, a diretoria terá que se mexer. Há Jean, com contrato até o fim de 2011, mas está claro que ele não tem condição de estar no elenco. Gosto muito de Ronaldo Angelim, o manteria no elenco – apesar de saber que o tempo passa para todos -, mas há uma renovação de contrato no meio do caminho: seu vínculo com o Flamengo acaba em junho de 2011. E é o único zagueiro canhoto do elenco.
- O ideal seria contratar pelo menos um zagueiro canhoto em condições de ser titular e mais alguém para o banco.
Laterais
Na lateral direita, embora ainda seja bastante elogiado por várias atuações, vejo o tempo passando para Léo Moura. Mas ele tem contrato até o fim de 2011 e ainda tem condições de jogar esta temporada. Além dele, para a direita, há o promissor Rafael Galhardo (contrato até julho de 2012) e o esforçado Éverton Silva, que quebra um galho para a reserva na lateral esquerda (com contrato até dezembro de 2013).
O problema está na esquerda. Juan, que vem jogando mal faz tempo, tem o contrato encerrando no fim deste ano. Além dele, só há no elenco gente que não inspira qualquer confiança para assumir a posição: Rodrigo Alvim (contrato até janeiro de 2013), Jorbison (até fevereiro de 2012) e Uendel (até dezembro de 2011). Dá até pra pensar em Egídio para o banco – ele tem contrato até dezembro de 2012, vinha jogando como titular no Vitória e volta de empréstimo no fim desta temporada –, mas não como titular. Ou seja: há quatro jogadores com contrato para a posição ano que vem, e nenhum que dê conta do recado. Embora exista uma boa chance de Juan ficar, mas eu não me animo com a ideia.
- É preciso contratar um lateral esquerdo para ser titular, e dar um jeito de encontrar o que fazer com o monte de reservas que estão lá. E eu não renovaria com Juan.
Volantes
O principal volante do elenco, Maldonado, tem seu contrato se encerrando já em dezembro deste ano. Sua saída seria uma grande perda, mas eu até vejo condições em Correa de ser titular – só que seu contrato se encerra em junho de 2011. Willians tem muito físico, é bom ladrão de bolas e pode ter sua vaga como primeiro volante, mas precisa aprender a se posicionar e passar a bola; o contrato vai até janeiro de 2014 (mas o Santos vem ensaiando um interesse em sua contratação). E tem Toró, de quem não gosto e que está negociando renovação agora, mas pode até ser reserva - li agora que o Flamengo desistiu de sua renovação e o liberou. Não sentirei muita falta.
Mas, pra jogar como segundo volante, só há mesmo Kléberson (que raramente joga nesta posição, onde eu o usaria, e tem contrato até o fim de 2012). Fernando, graças a Deus, encerra seu contrato este ano. Há ainda as voltas de empréstimo de Lenon e Romulo (contratos até 5/2011 e 12/2012), mas os dois, além de não terem um futebol animador, levam mais jeito de primeiros volantes mesmo.
(O garoto Antônio, vejam vocês, não aparece no BID registrado pelo Flamengo.)
- Que se renove com Maldonado. Se não der, o ideal seria trazer um bom primeiro volante, capaz de ser titular. Seria interessante ainda trazer um bom segundo volante, para ser titular ou reserva de Kléberson. Não conheço as opções da base para a posição.
Meias
O Flamengo não tem hoje um meia clássico, camisa 10, em condições de ser titular. Há apenas Petkovic, que não tem rendido bem nem entrando durante os jogos (e tem contrato até o fim de 2011) e o garoto Camacho, que pra mim tem futuro, mas não pode receber hoje esta responsabilidade (seu contrato é até 2013). Vitor Saba, outro garoto meia que subiu (contrato até 2015), eu sinceramente não conheço.
O resto dos meias do elenco são daqueles de jogar de terceiro homem, ou como meias abertos. São os casos de Renato (que tem contrato se encerrando no meio de 2011), Marquinhos (fim de 2011) e Fierro (agosto de 2012). Michael, outro que se encaixa nisso, está de saída – contrato se encerrando no fim deste ano.
- O ideal é contratar um camisa 10 pra ser titular – Camacho pode ser seu substituto. Para a outras vagas no meio-campo, Marquinhos e Fierro podem ganhar mais oportunidades, assim como Vitor Saba. Outro reforço no nível destes seria desnecessário.
Atacantes
Diego Maurício (contrato até setembro de 2012), hoje, parece uma boa aposta. Mas a dupla Deivid (contrato até o fim de 2012) e Diogo, que deveria formar um ataque indiscutível, ainda não convenceu. Pode ser que, com uma pré-temporada bem feita, eles engrenem – mas Diogo tem seu empréstimo acabando em junho de 2011 e a renovação não deve ser simples ou barata. Além destes, restam Val Baiano (contrato até dezembro de 2011), que é daqueles centro-avantes grossos que dependem da maré para não irritar a torcida, e Cristian Borja, que dizem que mostrou algum valor no sub-23, mas tem seu contrato se encerrando no meio de 2011.
- No meio do ano, é provável que o time sinta falta de um bom atacante – ou vão correr atrás de renovar com Diogo, ou procurarão algum reforço. Isso pode começar a ser visto com mais antecedência. Mas, dependendo do esquema de Luxemburgo, o uso dos meias abertos que o elenco já tem pode diminuir esta necessidade.
- ANDRÉ MONNERAT escreve também no SobreFlamengo (www.sobreflamengo.com.br e twitter.com/sobreflamengo)
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Eu vim para arrumar a casa e equacionar asdívidas e modernizar o clube”. Serei objetivo e muitoclaro: esta negociação do chamado “Posto de Gasolina”no terreno do Flamengo, não está me parecendo que ascoisas caminhem corretamente, é só ler a proposta de aluguelanexa ao processo que tramita nos Poderes.
Por Vinicius Paiva
Desde que o CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica, determinou pelo fim do direito de preferência da Rede Globo nas negociações de televisionamento do futebol no Brasil, os bastidores do setor pegaram fogo. Fruto de um processo que corria há treze anos pelos corredores da autarquia, a decisão, na prática, faz com que a Globo tenha que participar da próxima concorrência (que será referente ao período de 2012 a 2014) apresentando envelopes fechados, assim como seus concorrentes. É assim que ocorre em qualquer processo licitatório no Brasil ou no mundo, e não tinha por que ser diferente neste caso. Por haver preferência na renovação do contrato, a Rede Globo simplesmente tinha o direito de analisar as propostas das concorrentes e decidir se as cobriria ou não.
Agora não, é tiro no escuro. Win or wall. Vitória ou muro.
Outra interessante determinação do CADE é que, além do fim da preferência da Globo, caiu também a negociação conjunta das diversas mídias que possuíam os direitos do futebol. Antes, a Globo batia o martelo e levava um pacotão com os direitos de TV aberta, TV fechada, pay per view, internet e celular. A partir da próxima negociação, cada segmento será vendido em separado, aumentando as chances de que diferentes conglomerados de mídia detenham diferentes autorizações.
Entre os analistas especializados, há quem diga de tudo: desde de “tudo vai mudar” até "fica tudo como está". Só vendo para crer. Mas o fato é que, ao menos nos bastidores, diversas correntes vem atuando como nunca fizeram anteriormente. A TV Record, por exemplo, promete entrar com tudo, fazendo uma proposta bastante superior aos valores atuais. Isto, obviamente, é tudo o que deseja o Clube dos Treze, que segundo informações da Máquina do Esporte, deseja ver os R$ 550 milhões atuais se tornarem R$ 1 bilhão por temporada. Além do mais, a Record afirma que manterá os adiantamentos de cotas, flexibilizará as transmissões - citando o nome de patrocinadores e beneficiando os naming rights, algo que a Globo não faz - e trará as partidas de quarta-feira à noite para o horário das 20:30 hs. Por um lado, esta última medida reduziria a audiência do futebol em cerca de 20%, por conta da concorrência com as novelas (mulher também assiste futebol) e pelo fato de algumas pessoas ainda não terem chegado do trabalho. Por outro, aumentaria o público nos estádios e valorizaria o espetáculo.
Eu, particularmente, vejo vantagens nas intenções da Record. Por outro lado, confesso alguns temores. Se a Rede Globo, empresa carioca, hoje já é tão criticada pelo bairrismo e pela sardinha puxada pro lado dos times de São Paulo, imaginem uma emissora paulistana da gema, frequentemente acusada de propagar o malfadado "processo de corintianização do Brasil"? A Record já sinaliza que, caso vença o leilão, transmitirá duas partidas por rodada, ao contrário da Globo, que atualmente transmite três (uma sempre envolve algum time gaúcho ou mineiro, apenas para suas regiões de interesse). As duas partidas da Record provavelmente envolveriam um time paulista e outro carioca, apenas. O medo advém de um Avaí x Corinthians que seja transmitido "para todo o Brasil, menos o Rio de Janeiro, que fica com Náutico x Flamengo". Já imaginaram? Olha que, pior que tá, fica.
Existe uma outra sugestão que será levada ao Clube dos 13 pela Rede TV, e esta sim me agrada bem mais, apesar de as reduzidas chances de ser levada a cabo. Segundo o Radar Online, da revista Veja, a emissora irá propor que os jogos dos times de maior apelo sejam exibidos por quem fizer a melhor proposta, liberando os outros jogos de menor expressão para outras emissoras interessadas. Acho até bastante justo, mas confesso que o que mais me interessa é outra coisa. Este tipo de negociação, caso seja aplicada também ao pay per view, abriria a possibilidade de um dia, as partidas de um clube (ou de um conjunto deles) serem desatreladas do pacotão. Em outras palavras, imaginem-se pagando apenas por um pacote com partidas do Flamengo no PPV? Ou ainda, por pacotes "Times do RJ", "RJ + SP" ou "12 Grandes"? Afinal de contas, qual é o apelo e a audiência proporcionada pelo clássico Grêmio Prudente x Atlético-GO? Esta seria a lógica. Pagar pelo que usar. E pagar menos, naturalmente, aumentando o número de pacotes vendidos e a lucratividade das empresas detentoras dos direitos.
A ideia exposta acima ainda soa como um devaneio, mas eu tenho convicção de que há de se chegar a uma situação próxima a isto, um dia. E o primeiro passo foi dado pelo CADE, ao modernizar o sistema e implantar as premissas da defesa da concorrência onde ela ainda inexistia.
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Consta que, nos próximos dias, será lançado o tão falado projeto dos "Tijolinhos do CT". Segundo veiculado, o objetivo da diretoria seria a venda de 23 mil kits (tendo 18 mil deles no lote inicial) a R$ 250 cada, gerando uma arrecadação de R$ 5,75 milhões totalmente revertida à construção de uma parte do CT Ninho do Urubu.
O problema é que eu não vejo diferença entre uma péssima ideia, e uma grande idéia utilizada em um péssimo momento.
Primeiro, porque o projeto é audacioso demais. Mesmo que a torcida estivesse vivendo uma lua-de-mel com o time, a demanda qualificada de torcedores do Flamengo (aqueles dispostos a pagarem um montante alto como este) nunca foi testada. R$ 250 é quase o valor de duas camisas oficiais, é bom lembrar.
Além do mais, longe de uma lua-de-mel, a torcida está em litígio com o Flamengo. Não o Flamengo como instituição, mas com sua diretoria. Após o desgaste da saída de Zico, a péssima administração de Patrícia Amorim conseguiu enterrar toda e qualquer confiança que o torcedor pudesse vir a depositar nela. Basta conversar com qualquer flamenguista e descobrir que a maioria absoluta afirma não contribuir nem com um real, enquanto estes que aí estão perdurarem.
Não que eu torça por isto, até porque tenho um acesso interessante à diretoria de marketing do clube, composta por alguns profissionais competentes e de boa índole. Mas temo por estarmos diante do maior fiasco do marketing de um clube de futebol nos últimos anos. Não pelo projeto em si. Mas pelo momento em que ele será lançado.
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Feliz Dia do Flamenguista!
E-mails para a coluna: viniciusflanet@gmail.com
www.twitter.com/viniciusflanet (@viniciusflanet)
Hoje é dia do Flamenguista. Infelizmente, não vou falar do último jogo ou dos meus sonhos para 2011. Vou aproveitar a data para pedir respeito. Respeito a 35 milhões de torcedores. Respeito a quem tornou o Flamengo o que ele é: a torcida. E, acima de tudo, vou pedir transparência.
Recentemente surgiu na internet um blog Autodefesas Unidas do Flamengo, com a intenção de abordar os bastidores do clube. O espaço tem posts que repercutiram bastante na internet, em especial o que aborda o maior fracasso do clube no século 21: a saída de Zico do cargo de diretor-executivo. Não tem como negar quem quer que escreva naquele espaço é alguém (ou "alguéns", vai saber) com ótimo estilo e que deve saber bastante coisa da instituição. O problema é outro.
O Autodefesas Unidas do Flamengo já foi moderado e banido do blogspot uma vez e retornou em um novo endereço. Não sei se isso ocorreu por decisão judicial, mas não me importa. O que incomoda é ver um espaço falando dos bastidores do clube sem que o(s) autor(es) se identifique(m), ainda que os textos nos dêem uma idéia bem clara de qual ex-presidente apóia. É um símbolo da desunião e politicagens que fazem o campeão brasileiro brigar para não cair.
Trabalho com redes sociais há quatro anos (você pode conferir uma apresentação a respeito aqui) e sei que um dos maiores valores para começar o trabalho é a transparência. Já perdi trabalho porque disse ao cliente que ele não estava pronto para começar um trabalho assim. Não sei se o Flamengo está. Mas sei que não é com textos anônimos que vão construir o clube que a torcida quer, por mais que sejam opiniões verdadeiras.
Sou a favor que todas as alas do Flamengo tenham um blog. No ano passado, os principais candidatos criaram perfis no twitter para divulgar suas campanhas (o que melhor utilizou a ferramenta foi Plínio Serpa Pinto), mas simplesmente abandonaram depois da eleição. Seria ótimo todos os flamenguistas saberem o que pensam e o que planejam as alas políticas do clube. Mas, por favor, façam isso com respeito e transparência.
Não tentem manipular 35 milhões de apaixonados. A nação exige respeito.

São Judas Tadeu, glorioso Apóstolo,
fiel servo e amigo de Jesus,
o nome do traidor é causa
de serdes esquecido por muitos,
mas a Santa Igreja honra-vos
e invoca-vos universalmente
como padroeiro
de casos desesperados e sem remédio.
Intercedei por mim, que sou tão miserável;
ponde em prática, eu vo-lo rogo,
o privilégio particular que vos é concedido,
a fim de trazer ajuda pronta
e visível onde isso é quase impossível.
Vinde valer-me nesta grande aflição
para que eu possa
receber as consolações
e socorros do Céu
em todas as minhas necessidades
e sofrimentos
(aqui dizer a graça que se deseja obter),
e que eu possa bendizer a Deus convosco
e com todos os eleitos por toda a eternidade.
Eu vos prometo,
bem-aventurado S. Judas Tadeu,
ter sempre presente esta grande graça
e não cessar de honrar-vos,
como meu especial e poderoso padroeiro
e farei quanto possa para espalhar
a devoção para convosco. Assim seja.
S. Judas Tadeu, rogai por nós
e por todos os que vos honram e vos invocam.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
CHORORÔ FOREVER

NOTAS FLAESTATÍSTICAS
1- Petkovic e Renato Abreu chegam a 93 jogos em Brasileiros, com Toró estacionando nos 99 Será que ele vai renovar o contrato, ou descolar uma transferenciazinha?
2- Renato Abreu atingiu com seu golzinho salvador a marca de 27 gols, um a menos que o glorioso Obina.
3- Com 34 gols somos agora o quarto pior ataque da competição ficamos à frente de Prudente (31), Ceará (27), e Guarani (31) e igualamos Vitória e Goiás, estando a um gol de igualar Vasco e Atlético/PR, e a dois de empatar com o Palmeiras.
4- Os jogos restantes serão todos perigosos e com alto teor de taquicardia, já que enfrentaremos times medianos com a obrigação absoluta de vencê-los (Atlético/PR e Guarani), adversários enjoados mesmo sendo em casa (Cruzeiro, Corinthians) e dois jogos onde a vitória será um sonho (Atlético/MG e Ceará) por serem times que vêm embalados e sabendo ganhar bem em seu território. O último jogo contra o Santos, a única incógnita, já que o time praieiro só pleiteia brigar pelo título, garantido que está no Z-4. Poderemos enfrentá-los na Vila Belmiro com eles já sem nenhuma pretensão, o que não sei se será bom ou ruim.
Olá, saudações flamengas a todos. Aproveitando o atual momento de marasmo no ambiente rubro-negro e tendo em vista que, no fundo, esses últimos jogos estão mesmo servindo é para antecipar a pré-temporada de 2011, quero deixar um post diferente essa semana. Seguinte: gostaria de contar com a ajuda de vocês para apurar qual o melhor jogo do Flamengo de suas vidas. Aquela partida mais dramática, mais disputada, ou aquele jogo tecnicamente perfeito. Não dei muita atenção às goleadas históricas, isso vai ser assunto de outro post. De qualquer forma, queria que vocês deixassem nos comentários seu jogo inesquecível. A partida que for mais lembrada vai ser assunto de um post aqui nos Alfarrábios. Para refrescar a memória e ajudar na escolha, aí vão minhas sugestões, o meu top-5. Os jogos que listo a seguir foram, na minha opinião, os mais sensacionais a que assisti com o Flamengo em campo. Sendo que a nº 1 foi a maior partida de futebol que meus olhos já acompanharam. Nada superaria o que aconteceu naqueles 90 minutos. Mas essa é a minha opinião. Cada um tem sua lista. Vejam, concordem, discordem e votem. TOP 5 DO MELO – OS MELHORES JOGOS
5 – FLAMENGO 4-3 PALMEIRAS (1999, Final Copa Mercosul, 1º Jogo, Maracanã/RJ)
Traumatizado com o melancólico final do Brasileiro em 99, com direito a um escândalo envolvendo prostitutas que culminou na demissão de Romário, o elenco flamengo demonstrou notável capacidade de superação, chegando à final da Copa Mercosul contra o poderoso Palmeiras de Felipão. E nesse primeiro jogo time e torcida protagonizaram um espetáculo inesquecível, um thriller sufocante onde cada gol era imediatamente respondido em questão de segundos. Numa atuação fantástica de Caio e Reinaldo, o Flamengo se impôs ao Palmeiras e marchou para a conquista da Copa Mercosul.
O jogo valia a liderança da chave, e o título de “melhor time do país”, embora o Flamengo já tivesse o mundo a seus pés. Talvez por isso, o rubro-negro não tomou conhecimento do São Paulo e do Morumbi lotado, e numa exibição de gala deu um verdadeiro vareio de bola, em uma das mais perfeitas partidas da Era Zico. A equipe chegou a abrir 4-1 no marcador, mas relaxou e cedeu espaço para a reação do time da casa, o que tornou a partida mais emocionante. Mas o Flamengo sempre esteve mais próximo da goleada que o São Paulo do empate. Jogo de primoroso nível técnico, com metade da Seleção Brasileira titular que encantaria o mundo meses mais tarde, na Copa.
A mais dramática e catimbada das seis finais do hexa, essa partida até hoje é lembrada por cariocas e mineiros. O Atlético-MG, apesar de possuir um bom time, tentou ganhar o título “na marra”, recorrendo fartamente ao antijogo e à catimba. Valente, o Flamengo soube se superar na bola e no grito, sem se intimidar com o adversário. Mesmo assim, o Maracanã lotado e nervoso presenciou uma final espetacular, onde o maior volume de jogo rubro-negro encontrava dificuldades para deter as investidas do traiçoeiro atacante Reinaldo. No fim, Nunes, numa jogada meio sobrenatural, incorporou Garrincha, justificou o apelido de Artilheiro das Decisões e colocou o Flamengo, pela primeira vez, no topo do Brasil.
A mais espetacular final de Campeonato Estadual de todos os tempos foi definida a dois minutos do fim, quando a torcida vascaína já entoava cânticos e comemorava o título. Precisando de dois gols para reverter a inesperada e imerecida derrota do primeiro jogo, o Flamengo esteve no fio da navalha todo o tempo, por conta da tática ultra-ofensiva armada por Zagallo, que expôs a equipe e fez com que Júlio César operasse várias defesas antológicas, em uma de suas melhores atuações com a camisa flamenga. Partida difícil, muito aberta, chances dos dois lados, até que Petkovic ajeita a bola diante de um estádio trêmulo e contrito em sua fé. A trajetória é sinuosa, sagrada, mística. É o tri.
ntrole do jogo, abriu 2-0 e poderia ter chegado a uma goleada sem precedentes, mas começou a desperdiçar uma chance após a outra. Descontrolados, os atleticanos invadiram campo, jogaram pedra, tiveram jogador expulso (voadora em Zico), mas na segunda etapa começaram a ganhar moral com a inacreditável incapacidade flamenga de matar o jogo. Até que, em cinco minutos, chegaram ao empate, num pênalti camarada e numa jogada individual. Ainda restava meia hora, e tudo indicava a virada, até pela saída de Zico (o melhor em campo), contundido. Foi então que surgiu a estrela de Renato, o craque do campeonato, que numa arrancada absurda foi desviando do que lhe aparecia pela frente e só parou nas redes de João Leite porque tinha humildade em gol. Vitória espetacular, antológica, incomparável, e o caminho para o tetra brasileiro estava escancarado à frente da Gávea.domingo, 24 de outubro de 2010

Flamengo x Vasco
Ganhando hoje não mudamos de posição na tabela, mas ganhar do Vasco é melhor do que ganhar qualquer posição na tabela.
sábado, 23 de outubro de 2010
LUXA DE LUXO
O Flamengo tem que tratar a partida de domingo contra o Vasco como uma Decisão, com D maiúsculo. Para o bom entendedor, meia palavra basta.
NOTAS FLAESTATÍSTICAS
1- Ano passado com o mesmo número de rodadas, estávamos com 48 pontos, o que corresponderia este ano à 4ª colocação.
2- Petkovic tem 92 jogos em Brasileiros, Toró tem 99 a Renato Abreu 92. Torozinho a um passo do centenário.
3- Com 33 gols somos agora o quarto pior ataque da competição ficamos à frente de Prudente (28), Ceará (25), e Guarani (31) e igualamos Atlético/PR e Goiás, estando a um gol de igualar Vasco e Vitória, e a três de empatar com o Palmeiras.
Os 70 anos do Rei do Futebol
Na minha opinião, ele não tem adjetivos que ilustrem o que fez no futebol.
P.S.: Esse jogo explica um pouco da raivinha que as galinhas sentem pela Nação Rubro-Negra.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Por Vinicius Paiva
Vem chegando o Verão, e o término do Brasileirão. Eu, sumido deste espaço nas últimas três semanas por conta de uma monografia de pós-graduação que me consumiu, enxergo neste “recesso branco”, uma oportunidade. Oportunidade de fazer a análise da situação do Flamengo, tendo em mãos o panorama político e financeiro de um dos períodos mais atribulados deste fatídico ano de 2010.
As últimas semanas evidenciaram a derrocada do Flamengo, culminando com um dos episódios mais lamentáveis de nossa história, a renúncia de Zico do cargo de diretor de futebol, após pressões por parte do Conselho Fiscal. Surpreendentemente, por vias tortas (como tudo o que se refere ao Flamengo), tais turbulências levaram à contratação do treinador que sempre foi tido como “sonho de consumo” da torcida. Como consequência, veio a reação no campeonato, com resultados que afastaram as possibilidades de descenso e apaziguaram a Gávea. Ou melhor, apaziguaram Vargem Grande, bem ao gosto de Vanderlei Luxemburgo.
Antes de tudo, gostaria de deixar claro que mesmo a contratação de Luxemburgo, eu atribuo à “gestão Zico”. O próprio treinador, em entrevista ao programa “Bem Amigos”, descreveu seus primeiros contatos com o clube como sendo intermediados por Zico, ainda na condição de responsável pelo futebol. Sendo assim, mesmo que a ratificação do acordo com Luxa tenha ocorrido na “gestão Patricia” (uma vez que a presidente acumulou a diretoria de futebol, antes de delegá-la a Luiz Augusto Veloso), para mim, o principal responsável pela ascensão recente do Flamengo é Zico.
Ainda neste sentido, já que eu não havia manifestado minha opinião neste espaço, reitero meu total desprezo à figura da presidente Patrícia Amorim. Na minha opinião – reitero, opinião de Vinicius Paiva – nossa presidente é uma digna representante da histórica tradição de dirigentes cretinos no comando do Clube de Regatas do Flamengo. Seu retrato são os discursos de voz amena e palavras de união perante a mídia (que a exalta simplesmente por ser mulher, sabe-se lá por quê), mas repleto de punhaladas às costas. O próprio Zico, acusado por Patrícia de covardia ao “sucumbir a uma pressão que ela aguentou”, foi uma de suas vítimas.
Feito o desabafo, vejamos os resultados práticos da irregularidade. Faltando 8 rodadas para o fim do campeonato, o Flamengo se aproxima da “zona morta” da tabela – aquela em que o clube não enxerga maiores pretensões nem de descenso, nem de Libertadores. Sejamos honestos, mesmo que o Flamengo vença seus 5 jogos em casa, alcançaria inóspitos 52 pontos. O Atlético-PR, atual integrante do G-6, possui JÁ POSSUI 46 pontos. Ou seja: ou o Flamengo vence seus 8 jogos, ou Feliz-2011. E por mais que eu seja da teoria de que “quando o Flamengo inicia uma reação, ela só termina ao final do campeonato”, convenhamos que 2 vitórias em 3 partidas não configura propriamente uma reação.
As consequências já podem ser sentidas nos cofres – e poderão vir a ser ainda mais. Após arrecadarmos mais de R$ 12 milhões em bilheterias no campeonato de 2008, e atingirmos R$ 14 milhões no título nacional de 2009, este ano o Fla mal ultrapassou a marca dos R$ 6 milhões arrecadados. Como comparação, o Corinthians está a menos de R$ 2 milhões de quebrar nosso recorde de arrecadação de bilheteria em 2009.
No quesito “patrocínios”, apesar da renovação com o BMG para 2011 (por R$ 9 milhões anuais, R$ 1 milhão a mais do que o atual valor) e do bom encaminhamento com a Tim (por R$ 2,2 milhões), a patrocinadora-master do clube, Batavo, já anunciou sua retirada da camisa para o próximo ano. Convenhamos que os R$ 21 milhões pagos pela empresa de laticínios podem fazer falta, apesar da postura auto-confiante do vice-presidente de marketing Henrique Brandão, que afirma só negociar valores na casa dos R$ 24 milhões/ano. Tendo perdido a condição de atual campeão nacional, além da valiosíssima exposição na Libertadores, o mercado se pergunta quais seriam os argumentos plausíveis do Flamengo para demandar valorização de 15% em sua marca.
Já a venda de camisas, que começou 2010 em alta, arrefeceu ao longo do ano e verificou em setembro seu pior momento. Segundo coluna de Ancelmo Góis, do jornal O Globo, foram 15 mil unidades vendidas no mês – 180 mil peças, anualizando. Um baque, se compararmos com as quase 1,3 milhão de camisas vendidas em 2009. O ritmo atual de vendas, a bem da verdade, equivale ao total de camisas vendidas pela Nike em 2008. Naquele momento, a multinacional se encontrava em litígio com o clube, e a torcida, já sabida do advento da Olympikus, simplesmente deixou de adquirir produtos da marca. À época, foram exatamente 180 mil camisas vendidas.
Em resumo, podemos concluir que o Flamengo involuiu em diversas áreas. Desde as vendas de camisas (equivalentes ao patamar de 2008), passando pelas receitas de bilheteria (que regrediu a patamares de 2007), culminando com o atual ocupante da diretoria de futebol. Neste caso, a involução chegou ao patamar de 1994. É que talvez os mais novos não saibam, mas o sr. Luiz Augusto Veloso, presidente no biênio 1993-1994, foi o responsável pelo início da galopante dívida do clube (hoje na casa dos R$ 300 milhões), além de se desfazer, a preço de banana, do elenco campeão brasileiro de 1992. Á época, o São Paulo (com Junior Baiano), o Palmeiras (com Djalminha), o Grêmio (com Paulo Nunes) e o Corinthians (com Marcelinho) agradeceram um bocado.
E-mails para a coluna: viniciusflanet@gmail.com
www.twitter.com/viniciusflanet (@viniciusflanet)
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Olá, saudações flamengas a todos. E chegou a bonança, após dez meses de tempestade... mas será que ainda haverá graça nesta temporada? Vai ter arrancada? (está parecendo). Seja como for, antes de deixar o texto da semana, permito-me dar dois pitaquinhos: 1 – Z-4 é o cacete;
2 – Quantos pontos nos separam do Fluminense mesmo? Observando as recentes peripécias do nosso digníssimo Val Baiano, que, contrariando todas as expectativas enfim se mostrou útil e importante (a ponto de ser um desfalque lamentado por alguns, ora vejam...), lembrei-me de uma história semelhante, que também envolve descrença, superação e a incrível capacidade da Nação de encontrar ídolos nos jogadores mais insólitos (o Obina é um exemplo recente). E é essa trajetória, que vem lá dos tempos do primeiro tri, que conto agora. Boa leitura. A Reviravolta de Quirino
1944. O ano mal se inicia e a torcida rubro-negra está apreensiva e assustada com os insistentes rumores de que seu ídolo maior, o zagueiro Domingos da Guia, está sendo negociado com o Corinthians. Os dirigentes flamengos negam veementemente a possibilidade e realmente não parecem muito dispostos a vender o craque. Mas, quando os paulistas desembarcam na Gávea e oferecem a assombrosa quantia de 700 contos de réis, um valor fora de qualquer referência no mercado da bola, a diretoria do Flamengo não se vê diante de outra alternativa. É muito dinheiro, e Domingos, já com 32 anos, já vislumbra próxima uma merecida aposentadoria (embora ainda atue em altíssimo nível). Assim, o negócio é fechado e a crise tem início. Domingos era considerado uma das chaves para a busca do inédito tricampeonato estadual, que o Flamengo tentará na temporada. Seu estilo refinado, sua habilidade inverossímil para um zagueiro, sua capacidade de entortar atacantes adversários mesmo dentro de sua própria pequena área, arrancando suspiros em corações mais fracos (e nos mais fortes também), e acima de tudo a sua recusa em recorrer a chutões, tudo isso fez de Domingos um dos jogadores mais populares do país. Agora, o Flamengo se vê órfão do craque. Protestos na porta da Gávea, apupos nos primeiros jogos da temporada, uivos de lamentação. A Nação está triste. E desmotivada. E a insatisfação aumenta quando se percebe que o substituto de Domingos será o esforçado Quirino. Revelado no Atlético-MG, Quirino foi parar no Bonsucesso e, por esses mistérios insondáveis da bola, chamou a atenção de Flávio Costa, que o levou ao Flamengo. Ao conferir as primeiras apresentações de Quirino, ninguém entende onde diabos o treinador estava com a cabeça. Totalmente desengonçado, quase dois metros de altura (e outros dois de largura), chuteira 44 bico largo, pés chatos e abertos, Quirino passa facilmente por um estivador, um leão de chácara. Jamais por um jogador de bola.
E desde cedo Quirino e a bola deixam bem claro a inviabilidade de qualquer tipo de entendimento. Agressivos, rejeitam-se mutuamente, é comum partirem para as agressões mútuas. Quirino espanca a bola sem dó, não quer contato, manda-lhe o mais longe possível. Sai daqui, e tome bicuda, porrada, espanada. Cheia de hematomas e sangrando, a bola se vinga, nega-se a Quirino, recusa-se a domesticar. E o agride com narigadas, caneladas, jocosamente passa-lhe entre as pernas, enfim. Assistir aos convescotes de Quirino com a bola é uma experiência deprimente, especialmente diante da intimidade lasciva de Domingos da Guia com a arte de jogar futebol. Preocupados, dirigentes acenam a Flávio Costa a possibilidade de trazer reforços. O treinador se recusa e banca Quirino. Fortes emoções estão à vista. O início da temporada não é fácil. O Flamengo sofre várias derrotas, muitas delas contundentes, e o tricampeonato já começa a ser visto com pessimismo na Gávea. O ataque segue fortíssimo (com nomes como Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé), e o time ainda tem destaques como o goleiro Jurandir, o defensor Biguá e o médio Bria. Mas a defesa sente demais a falta de Domingos, que além de referência técnica era o refúgio moral da equipe, que sentia segurança no craque. Quirino logo é responsabilizado pelos maus resultados, é rejeitado pela torcida e ridicularizado pela imprensa. A diretoria age rápido e traz da Argentina o zagueiro Coletta, tentando solucionar o problema. No entanto, Coletta não dá certo. Seu futebol é leve demais para um zagueiro, o sistema de marcação desmorona de vez. Sem falar que o argentino possui especial tendência a viver machucado, sempre desfalcando a equipe. Já com certa má vontade em relação ao reforço, Flávio decide manter Quirino no time. Vai ter que ser com Quirino mesmo. O Flamengo começa bem o campeonato, mas sofre com desfalques e vai perdendo pontos importantes. Uma derrota contundente para o Botafogo parece por fim ao sonho do tri, mas após esse jogo o grupo, com os brios feridos, começa a enfileirar vitórias em seqüência, iniciando uma das já célebres arrancadas na reta final. E nesse entretempo, começa a se dar um fenômeno interessante: a massa rubro-negra, após se deliciar em risadas com a falta de jeito de Quirino, começa a perceber no zagueiro algumas qualidades. Com efeito, Quirino se atira aos lances de forma comovente, corre como um esfomeado, empapa a camisa de suor em cada treino, cada jogo, mesmo amistoso. A grande área é seu território, sua casa, e ninguém lá entra sem sua permissão, nem a bola. Não, ninguém corre mais que Quirino, ninguém folga com Quirino. Pode não jogar bola, mas demonstra um fervor quase religioso à camisa que defende. Ao perceber, o torcedor começa a ver Quirino com outros olhos. E o despreza. Mas se apaixona.
O Flamengo chega à última rodada precisando vencer o Vasco, na Gávea. A história todos conhecemos, o tri chega já perto do fim, na mitológica cabeçada do febril e aposentado Valido. Mas antes, no decorrer da partida, a zaga flamenga precisa se defender do verdadeiro bombardeio imposto pelo ataque vascaíno, que formará nos anos seguintes o “Expresso da Vitória”, o melhor time formado pelo bacalhau. Quirino agride a bola, mastiga e cospe fora de sua área nomes como Ademir Menezes, Lelé e Chico. É tosco. É rudimentar. Mas funciona. E emociona. A cidadela flamenga segue imaculada, e pela primeira vez no ano o Vasco sai de campo sem marcar gols. O Flamengo é tricampeão, graças ao sacro gol de Valido. E a heróis como Quirino. Nas comemorações que varam as ruas do Rio, a Nação se curva em reverência a Zizinho, Valido, Perácio, entre outros. Mas, carinhosa e jocosa, confere ao humilde Quirino tratamento especial. Em transe, rebatiza o jogador, entoando um coro que se tornará famoso nos campos cariocas nas temporadas seguintes. A partir de agora, é QUIRINO DA GUIA. segunda-feira, 18 de outubro de 2010
COLUNA DE SEGUNDA-FEIRA
Hermínio Correa
Olá pessoal, Saudações Rubro Negras!
Como há algum tempo não se via, sábado o Mengão jogou bem e atropelou o Internacional de maneira incontestável, a ponto de permitir ao torcedor cantar que "O Campeão voltou"!
Só que no futebol, o próximo jogo sempre é o mais importante, ainda mais em semana de clássico.
O Flamengo de Luxemburgo tem sido de renascimento. Aos poucos reaparecem a confiança, a organização tática, o bom futebol, os gols, as vitórias. Mas se ainda há alguma desconfiança, nada melhor do que vencer o próximo confronto, contra o eterno vice, para enfim afirmar que sim, esse é o Flamengo das conquistas.
Semana de Flamengo e Vasco exige treino, dedicação, concentração, apoio incondicional.
Esse deve ser o clima.
Grande abraço, até segunda, e Saudações Rubro Negras, sempre!
sábado, 16 de outubro de 2010
Tipo assim









