quarta-feira, 31 de agosto de 2011


FLAMENGÔMETRO nº 74
 WELLINTON, GO HOME

O que dizer depois de um jogo onde o sujeito consegue em apenas um lance, entregar a bola de presente para o atacante adversário, fazer um falta na risca da área e ser expulso? Mais incrível foi que o Flamengo sem Wellinton melhorou e poderia até ter vencido o Vasco se tivesse mais atenção nas conclusões. Também não posso deixar de comentar o infeliz acontecimento com Ricardo Gomes e torcer pela sua volta, a despeito de uma meia-dúzia de gatos pingados idiotas que gritaram corinhos estúpidos. Nossa torcida é pelo time e pelo jogo, e jamais deve se rebaixar a níveis tão baixos.
O returno começa com um jogo crucial contra o Avaí, onde o Flamengo precisar mostrar onde quer chegar. Não importa se o jogo é lá, se o adversário vem de uma virada heróica contra o rival local e se sempre temos jogos difíceis em Floripa. É hora do Flamengo de Luxemburgo mostrar que chegou para vencer, sem menosprezar o Avaí, que derrotou o líder Corinthians. E torcer para que Wellinton não volte a ser titular, pois além de seus erros repetitivos, terá cada vez mais a pressão de um torcida incomodada a cada lance. Depois da arrancada da sequência de vitória, o time vem empacando em empates evitáveis e naquela derrota inacreditável. Hora então de retomar o caminho rumo à liderança. Não importa combinação de resultados nem os outros jogos, o Mengão tem que voltar a fazer a sua parte: VENCER, VENCER, VENCER.


Calúnia do Rúbio Negrão

Sejemos cinseros: tô começando a ficar enjoado de acompanhar A Fazenda. Tirando as agressões verbais e físicas, não está sendo exatamente o tipo de interação pessoal que eu esperava ver. Pensei que poderia ocupar as minhas inúmeras horas vagas com outra coisa que não fosse futebol, a fim de ampliar os meus horizontes, até pra não ser tachado de fanático pelos do meu convívio. Pra adquirir um pouco daquela cultura que não obtive na escola, justamente por viver jogando futebol.

Humildemente reconheço que errei. A Record que me perdoe, mas quem tem R10 não precisa de R7. (E nem tive que apelar pro R11!)

Assim sendo, voltemos à programação normal, ou seja, ao futebol impropriamente dito.

Cenão vejemos: pra quem pensava que o Corinthians iria terminar o turno com uns 15 ou 20 pontos de vantagem sobre o segundo colocado, até que a situação ficou bem confortável. Tá todo mundo lá, coladinho no Gugu. Ou melhor, no Faustão.

E que a mírdia escrotiva nos critique à vontade! Aliás, de tanto exercerem a crítica, muitos dos “cronistas” se esquecem de ter autocrítica.

Que zoem o nosso goleador, pois Deivid pode até não ser nenhum Zico ou Nunes. Ou nenhum Gaúcho. Nem Souza ou Dimba. Pode não ser nenhum Dill, Negreiros ou mesmo Josiel. Mas é exatamente por isso que tem tudo pra ser o artilheiro isolado do Brasileirão!

Que nos acusem de desejarmos a morte do Ricardo Gomes. Qualquer pessoa de bem sabe que os gritos de “Morre, morre!” ouvidos no Engenhão não eram dirigidos ao treinador vascaíno, que felizmente passa bem, mas sim a um certo zagueiro que nem jogando estava.

Isso sem falar que o sobrenome do treinador é Gomes, e não Teixeira!

A tendenciosa mírdia escrotiva se esquece é que, enquanto o Ricardo Gomes sofria um AVC em pleno Engenhão, o torcedor que ficou em casa sofria com o PCV na televisão.

Ah, mas disso eles não falam!


Duplex Toc Zen

1 - Mas o pior é que: O Jael jamais poderá justificar a discretíssima atuação contra o Atlético-PR alegando que só recebeu uma bolinha durante o jogo inteiro...

2 - Deivid e Jael: Nossos matadores são tão letais, mas tão letais que conseguem até matar o nosso grito de gol ainda na garganta.

3 - Jael, o Cruel: Ser cruel é fácil. O difícil é ser cruel só com quem merece!

4 - Júnior Baiano x Wellinton: Sem entrar (duro e deslealmente) no mérito da questão, pelo menos com o Baiano eu dormia à noite.

5 - E outra: Quem compara Wellinton ao Júnior Baiano não viu o Jailton jogar.

6 - Mistério revelado: O problema do Wellinton se chama Wellinton.

7 - W3: Mas tenhamos paciência porque o Wellinton ainda tem muito a evoluir. Não no mister de jogador de futebol, evidentemente.

8 - Em resposta às acusações de que os flamenguistas não se limitam a derrubar treinadores alheios, mas desejam também que eles morram: É público e notório que um humorista não perde a piada, mas vou perdê-la em protesto contra as falsas generalizações midiáticas. (E olha que era uma piada ótima, que relacionava a sigla AVC à palavra “vice”.)

9 - Aliás: Montar uma torcida organizada é mole. O difícil é montar uma torcida civilizada.

15 PG - Enquanto isso no Z4: Deviam instituir o “Dia do Cuca”. Pelo menos ele teria dia certo pra cair.

11 - E por falar em tragédias: Enquanto o Irene é um furacão categoria 3, o Atlético-PR é um furacão categoria Z4.

12 - O Jean finalmente vazou: Pena que o Fernando esteja mais encalhado que carregamento de Tekpix.


13 - Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao):

Neymar planejando o futuro da família: Davi Lucca até já tem nome de italiano.

A queda de Kadafi é um alento para a humanidade porque prova que uma ditadura pode durar, no máximo, uns 20 ou 30 anos.

"França convida o Brasil para discutir o futuro da Líbia." Coitada da Líbia.

"Já imaginou se a gente sai daqui e o Adriano tá arrebentando no Corinthians?" - Marlon, A Fazenda 4

O próximo clube do Jobson deverá ser mesmo o Atlético-PR porque ele é muito chegado ao Branquinho.

R10 sai do banco pela segunda vez e decide novamente contra o Atlético-PR. Ou seja, sua posição ideal é a reserva.

"Permanece o mistério sobre paradeiro de Muamar Kadafi." Tudo indica que não haverá cerimônia de entrega da faixa presidencial ao sucessor.

Nosso próximo adversário pela Sul-Americana será o Nacional ou LaU. E que vença o pior!

Tweet aberto a Deivid e Jael: apesar de termos R10, TAMBÉM GOSTAMOS DE COMEMORAR GOLS FÁCEIS!

O gol que o R10 fez contra o Atlético-PR nem o Deivid perderia. Acho.

Nova desculpa nacional: "A CULPA É DO TORÓ!"

"Adriano faz brincadeiras e faz novo treino com bola no CT do Corinthians." Nesse ritmo, o Fenômeno voltará a jogar antes que ele.

Dos atletas do UFC, o Anderson Silva é o único que aguentaria o tranco da Fazenda 4. E mesmo assim, só se entrasse na humildade.

"Cubano tem um dedo a mais em cada mão e pé." Taí um forte candidato a X-Men.

Todo Mundo Odeia o Chris porque nem todo mundo conhece o Wellinton.

"Fora dos planos do Fla, Jean é liberado para procurar novo clube." - Em breve pinta no Barcelona.

"Câmara absolve, e Jaqueline Roriz não será cassada." - O azar do Kadafi foi não ser brasileiro.

"Dunga está de volta ao futebol." Espero que não como jogador.

6 da matina. Se eu estivesse na Fazenda, seria hora de acordar pra cuidar dos bichos. Mas como não tô concorrendo a 2 milhas, vou pro berço.

6h 07min. Um novo dia nascendo, com novos desafios, novas batalhas e novas conquistas. Feliz de quem pode ficar na cama.

Odeio domingos! Que graça tem se deitar às 6 da matina e dormir até às 2 da tarde quando todo mundo pode fazer o mesmo?

E nada mais faço.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Alfarrábios do Melo

Saudações flamengas a todos. Terminado o primeiro turno, estamos ali, no bolo. Pontos perdidos bobos nos tiraram a chance de liderar, mas não adianta desesperar muito, porque perder pontos inesperados é algo previsível nesse campeonato. De qualquer forma, vai começar o funil, a reta final, e o aproveitamento contra esses times “de menor expressão” (ou pequenos, como queiram) terá de ser aprimorado. A começar pelos próximos jogos.

Hoje deixo a penúltima parte da série sobre o Dida, começando a falar de mais um título conquistado bem ao gosto flamengo, do tipo “deixou chegar...” Essa conquista mostra, também, a afirmação definitiva de Dida em âmbito nacional, calando seus críticos mais ferozes. Boa leitura.

Santos de Pelé? Prazer, Flamengo de Dida

1961. Após uma sensacional e sofrida vitória sobre o Vasco (2-1), o Flamengo se classifica para a fase final do Torneio Rio-São Paulo. No “Grupo dos Cariocas”, o rubro-negro faz uma campanha lastimável, com cinco vitórias e quatro derrotas, marcando 12 gols e sofrendo 20. A equipe sofre várias derrotas contundentes, com destaque para a pior goleada sofrida pelo rubro-negro no Maracanã, 1-7 para o Santos de Pelé. Mesmo assim, o Flamengo, a duríssimas penas, consegue se classificar em terceiro, agarrando-se à última vaga disponível no grupo (os outros classificados são Vasco e Borafogo). Na “chave dos paulistas”, classificam-se Palmeiras, Corinthians e Santos.

Ironicamente, o treinador Fleitas Solich mantém-se otimista. O Feiticeiro acredita ter, enfim, encontrado uma formação mais equilibrada e consistente para o Flamengo, com a ascensão dos garotos Carlinhos, Joubert e Germano (irmão de Fio), que se juntam ao demolidor ataque formado por Joel (de volta, após passagem pela Espanha), Dida e Henrique, aos vigorosos defensores Jordan e Jadir, e ao goleiro Ari. Mas a joia é um menino alto, com forte personalidade, capaz de cantar e armar o jogo, e detentor de um chute fortíssimo com a esquerda. Seu nome, Gérson.

Esse time inicia a temporada com uma conquista bastante expressiva, o Torneio Octogonal, em que o Flamengo superou Corinthians, Vasco, Boca Juniors e Nacional-URU. Mas, no Rio-São Paulo, sofre com alguns desfalques e faz uma péssima primeira fase. Mas não é o momento de lamentos, a Fase Final inicia com todos do zero. O primeiro jogo é contra o forte Palmeiras, no Maracanã. E o Flamengo, embalado por sua fanática torcida, surpreende os críticos e vence com autoridade, 3-1 com direito a um golaço de bicicleta de Joel. Agora, o encontro é considerado mais complicado. Vem aí o temido Santos. No Pacaembu.

O Santos de Pelé vive um momento mágico. O bicampeão paulista atropela sem piedade seus rivais na Primeira Fase do Rio-SP, termina a primeira fase na liderança absoluta da competição, com uma média superior a QUATRO gols por partida. Faz 7-1 no Flamengo, 6-1 no América, 5-1 no Vasco. Não parece haver limites para a turma de Pelé, Coutinho e Pepe. Pelé, que anda voando, dribla todo o time do Fluminense e ganha a famosa placa no Maracanã. O Santos é o soberano favorito para a conquista de qualquer coisa que se dispute em 1961. Há um problema para o jogo diante do Flamengo. Pelé está fora, contundido. Mas poucos se preocupam. Ninguém acredita que o Santos terá problemas diante de um Flamengo ainda em afirmação. Mas o Flamengo ainda não esqueceu a humilhação da Primeira Fase. E um Flamengo mordido é um adversário muito, mas muito complicado.

Cerca de 15 mil pessoas vão ao Pacaembu acompanhar o clássico (o baixo público em SP é recorrente nos jogos do Santos, não é por acaso que sua diretoria prefere o Maracanã). Além de Pelé, o goleiro Gilmar também está fora. O treinador santista aproveita e lança o atacante Lima, destaque no Juventus paulista. O árbitro Alberto G Malcher dá a saída, e o Santos busca, desde o início, demonstrar sua pretensa superioridade, com uma proposta de jogo ofensiva, de muitos toques e movimentação constante. Mas o Flamengo está preparado, Solich monta uma sólida linha no meio com Carlinhos, Gerson e os laterais mais presos, atentos às investidas de Dorval e Pepe. Além disso, o Feiticeiro toma uma decisão aparentemente suicida. Adota uma postura agressiva, avança o time. Vai encarar o Santos em igualdade.

A manobra de Solich funciona. Atordoado, o Santos não está preparado para “marcar”. Acostumado a “ser marcado”, o time sente e não consegue deter as investidas flamengas. Além disso, é um Flamengo ferido que está do outro lado. Um Gérson que começa a ganhar todas as bolas no meio e a lançar compulsivamente os velozes ponteiros Joel e Germano. Um Carlinhos que não toma conhecimento de Mengálvio e manda no meio-campo, com seus desarmes limpos e passes aveludados. Um Henrique que perturba, aporrinha, leva constante perigo ao gol santista. E Dida. Que cisma em não esquecer as duras críticas de 1958. Que, após ouvir calado todo tipo de diatribe, percebe o momento de finalmente dar sua resposta. Em campo. E Dida está elétrico, vai zanzando e cortando a defesa santista pelo meio, levando à insanidade o sóbrio zagueiro Mauro, craque de seleção, rebaixado a beque de roça pelo mirrado alagoano. O Flamengo agora manda na partida, perde um gol após o outro. Dida, afobado, não está conseguindo meter a bola pra dentro. Mas logo se acalmará.

18 minutos. O Flamengo vem tocando a bola, rápido, abrindo espaços. Dida cisca em cima de Formiga e passa a Gérson, que se livra de Mauro e fuzila sua famosa canhota, na gaveta. Flamengo 1-0. Fleitas Solich, do banco, ordena “sigam no ataque!”. Nem é preciso. O Flamengo tem sede de sangue, tem fome de imolar os mortos do fatídico massacre do Maracanã. Avança em bloco. Enlouquece adversário, torcedores, espectadores e imprensa. Segue perdendo gols. Agora temos 33'. Joel arranca pela direita e vê Dida na área. Passe preciso. Dida gira em cima de Mauro e rola macio, com classe, Flamengo 2-0. Com fúria, o rubro-negro segue avançado, inclemente, sufoca o Santos, que inacreditavelmente não passa do meio-campo. O primeiro tempo está no fim. Os santistas buscam atacar desordenadamente, algum zagueiro flamengo manda um chutão. Gerson, na plenitude de sua forma, ganha de dois na corrida. Outra bomba, outro gol. Flamengo 3-0. Fim do primeiro ato. Aplausos.

O treinador santista faz algumas alterações, procura arrumar a equipe (as mudanças são permitidas), tenta a reação. Mas Solich segue mandando o Flamengo atacar, o rubro-negro está se impondo na bola. É absolutamente inverossímil o que vai fazendo o Flamengo na noite paulista. Começa a segunda etapa, 3 minutos. Joel, imarcável, vem pela direita e chuta cruzado. Rebote, lá está Dida na corrida, escorando de cabeça. Flamengo 4-0. Agora o Santos vira bagunça, Dorval vai pro meio tentar armar o time, um dos volantes vai pros lados do campo tentar parar Joel, mas nada funciona, nada adianta. Bola com Henrique, daí a Gerson, que vem na corrida e manda mais uma bomba. Flamengo CINCO a ZERO.

Buscando estancar a hemorragia, Mengálvio é substituído por um volante. Sim, senhores, o poderoso Santos, o internacional Santos, o badalado Santos está tentando fechar o time pra não tomar mais gols do Flamengo. O super-Santos vai levando um chocolate contundente do Flamengo de Joel, Gerson e Dida. Aliás, Dida está deslizando em campo, evolui como um bagre ensaboado, reduz o consagrado Mauro a nada.

Até que o Flamengo sente o esforço e cansa. Solich recua a equipe, que passa a administrar a partida e tocar a bola, satisfeito. Livre do sufoco, o Santos enfim começa a jogar à vontade e a criar chances. Manda bola na trave, ameaça o gol de Ari e, já no final do jogo, chega ao seu gol de honra, quando Coutinho recebe bom lançamento de Pepe e emenda, decretando o placar final. Sim, está lá no placar do Pacaembu, Santos 1-5 Flamengo.

A atuação flamenga repercute fortemente nos jornais do dia seguinte. Joel, Gerson e Dida são exaltados por terem desmontado a “máquina santista”. Solich é elogiado por sua coragem. O Flamengo agora lidera a Fase Final do Rio-São Paulo, ao lado do Vasco, com o Botafogo correndo por fora. Na última rodada, o time enfrentará o Corinthians, no Maracanã, de olho no resultado do Vasco, que pega o Palmeiras. Em uma semana, o desacreditado Flamengo, candidato a saco-de-pancadas, torna-se o principal postulante ao título. Incrédulos, os bares e botecos de todo o país discutem como isso seria possível, como se deu esse fenômeno e etc e tal. Parecem se esquecer de um dos mais decantados e famosos lemas que permeiam a existência flamenga, um mantra que se confunde com sua própria essência, uma história que se repete desde os tempos de Moderato, Píndaro e Sidney Pullen.

Afinal de contas, deixou o Flamengo chegar, f...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Apoio



FlamengoNet e Brahma mandam suas vibrações positivas para o técnico Ricardo Gomes.

Nestas horas, não existe rivalidade, não existe brincadeira, não existe nada de ruim.

Existe a solidariedade com familiares, e os nossos votos são de pronta recuperação.

Que Deus proteja o ser humano Ricardo Gomes.


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O Canal BrahmaFla no youtube entrevistou o jogador Leandrinho, mais nova contratação do clube para o basquete rubro-negro.

Assista aqui a entrevista:

domingo, 28 de agosto de 2011

FLAMENGÔMETRO nº 73



 O PRIMEIRO TURNO


O "primeiro turno" acaba domingo. Seguimos com chance de retornar à liderança, onde estivemos na primeira rodada, perdemos apenas dois jogos no ano (ambos em casa para adversários sem expressão), e completaremos um turno inteiro invictos fora de casa. Ronaldinho Gaúcho, após uma fase de desconfiança e turbulência, melhora a cada jogo, e retornou à Seleção graças ao Flamengo. Muitos bons motivos para comemorar, mas rubro-negro que se preze é exigente e sempre vamos reclamar dos jogadores que não gostamos, das falhas, dos problemas recorrentes, da inaptidão da diretoria. Não fiquei muito satisfeito com as partidas contra o Atlético Paranaense, esperava mais facilidade. Mas não importa se a fase é boa ou ruim, um clássico Flamengo x Vasco é daqueles jogos que valem por si só, não existe o "antes". Eu queria mesmo é que o time vencesse com aquela atitude de "o título vai ser nosso", pois precisamos resgatar o espírito daquele segundo turno de 2009 quando derrubamos todos os obstáculos que nos separavam do Hexa.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011


Calúnia do Rúbio Negrão

Sejemos cinseros: tô magoado, e muito, com os últimos resultados do Flamengo! Nosso time já podia ser o líder absoluto e invicto do certame, e as cabeças dos nossos atletas já podiam estar concentradas apenas nas festinhas privês e outras baladas, e nós já podíamos estar ocupados com outros afazeres, como ganhar o nosso tão suado pão.

Então, tô magoado, sim. Mas como diria qualquer são-paulino, “i will survive!”. (Aliás, certa vez um camarada amigo meu me disse, revoltado: “Avisa lá pra cariocada sacana que quem nasce em São Paulo é paulista, e não são-paulino”, mas essa já é uma outra história.)

E pera aí! Vocês também queriam o quê? Brasileirão invicto? Sete meses, jogando até duas vezes por semana, sem perder? Nem o Barcelona de Messi, meus prezados flamenguistas e arcorienses. Sempre aparece um zé da véstia no caminho do Mengão! Alguém realmente entrou na pilha de “hepta invicto”? Alguém realmente chegou a pensar: “Só quero esse título se for invcito”? Eu, jamais.

Percebam, companheiros de mágoas, que o futebol não é um emprego convencional em que o patrão, o chefão, sempre vence e sempre tem razão. O futebol é um esporte em que ambos os lados, pelo menos teoricamente falando, têm as mesmas chances de vitória. E foi aí que a gente se deu mal: quando a teoria funcionou na prática.

A nossa derrota (que é quando um time perde para o outro, apenas lembrando aos que se esqueceram do que se trata), para o possante Atlético-GO, numa fantástica final de Copa do Mundo (pelo menos pra eles), aconteceu justamente num momento de fragilidade do nosso esquadrão, então carente de R10 e R11, pontos de equilíbrio de qualquer equipe. A maior prova disso: o placar do jogo, que acusou uma partida absolutamente sui generis.

Já na próxima final de Copa do Mundo, esta contra o Chapolim Colorado, melhoramos. Com R10 e R11 de volta, também, até eu! E veio um empate com gosto de um pontinho...

Mas não pretendo me alongar no tema porque não tenho vivido só de R10 e R11. Tenho estado muito é pelas bandas do R7. Mas exatamente na Fazenda. Alguns podem até achar perda de tempo acompanhar um reality show. E realmente é. Ô, se é! Mais ainda pela Record. Porém, como a minha função no mundo parece ser tirar água de pedra, pelo menos consegui extrair uma lição utilíssima dos cotelespectadores do show, sobre como torcer por algo ou por alguém.

É a seguinte: quando um fã de reality shows decide apoiar um participante, este eleito pode até “roubá, matá ou estrupá” lá dentro que sempre haverá para ele uma escusa, motivo válido ou atenuante. Sempre poderá tudo, e os outros, nada. Paciência e simpatia pra ele, indefinidamente, e repulsa eterna aos seus rivais.

Exatamente como deveria ser a nossa torcida pelo Mengão e por seus representantes! Deivid perdeu aquele gol contra o Inter? Foi o vento que desviou a bola! Já havia perdido um ainda mais fácil contra o Santos? Foi a natureza que o atrapalhou!

O que não podemos jamais é jogar contra o patrimônio. Pra isso já existem os dirigentes.


Duplex Toc Zen

1 - Selecinha 1: Se o R10 ainda será “testado” na selemano, o Lucas Leiva, o Ralf e o Fernandinho estão sendo o quê? “Paridos”?

2 - Selecinha 2: Se ficaremos sem o R10, o Corinthians também ficará sem o R5 (Ralf, pros íntimos), que também é de seleção. Pelo menos pelos critérios do Mano e não sei mais de quem.

3 - Selecinha 3: O R10 só foi convocado pra tentar alavancar a audiência dos jogos da Seleção.

4 - “Mano quer Ronaldinho Gaúcho na Seleção Brasileira até a Copa de 2014” – Globo.com: Ou seja, tudo indica que o R10 vai ficar mais que ele.

5 - Elias, Leandro Damião, Hulk, Dedé, Lucas Leiva, Ralf, Fernandinho: Pela primeira vez Ronaldinho vai jogar em time pequeno.

6 - Multitarefa: Tem treinador por aí que consegue cuidar dos interesses de duas equipes ao mesmo tempo.

7 - Quem deve ter adorado o novo patrocinador do Mengão foi o Luxa: Nem tanto pela Procter.

8 - Agora sem gozação 1: Pra mim, o Bottinelli está fazendo a função errada. Pelo poder de marcação, raça e bom passe, daria um belo segundo volante. Ah!, de preferência no Olaria.

9 - Agora sem gozação 2: E o Deivid também está na posição errada, a vertical.

2014 - Didiego Maurício: Se o Deivid que é o Deivid já marcou 8 gols, imaginem se o Drogbinha estivesse a fim de jogo, de Copa de 2014, de Flamengo ou de qualquer coisa na vida?

11 - Bobeira pouca é bobagem: A Globo anda em baixa entre os jogadores do Mengão. Primeiro, eles ignoraram solenemente a comemoração no estilo “João Babacão”. Depois, o Deivid se recusou a vestir a camisa do Inacreditável Futebol Clube. E olha que nesse time ele seria titular absoluto!

12 - Aliás: O Globo Esporte só está assediando o Deivid pra vestir a camisa do Inacreditável Futebol Clube porque o time ficou meio desfalcado após a convocação do Mano Menezes.

13 - Série A x Séries B e C: Eu não temo SPFC, Inter, Cruzeiro nem Santos. Eu medro mesmo é do Avaí, Ceará, Figueirense, do time de society da rua de baixo e afins. E no domingo que vem haverá um Flamengo x Afins.

14 - Jobson, não: Doravante, Lazeson.


15 - Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao):

Finalmente Mano vai analisar in loco se R10 é melhor que Jadson.

De bobo, o Mano só tem a cara.

Sacanagem o flamenguista nunca ter chance de zoar os adversários por perda de invencibilidade...

"Dentinho (ex-Corinthians) defende gata e ataca invejosos: 'não têm condições de ter uma mulher dessas.'" É. Principalmente invejosos pobres

O Ney Franco mostrou serviço com a seleção sub-20. Agora falta o Mano mostrar, com a seleção subcelebridades.

"Timão perde para o Figueira e time sai vaiado." Quequéisso, fiel? O time já tá praticamente salvo da Série B!

O que é pior pro eliminado da Fazenda: perder a chance de faturar 2 milhões ou ter que comparecer ao Legendários e ao Programa do Gugu?

"Patrícia Amorim pede para Deivid descontar gol perdido no Vasco." - Prefiro que desconte do salário.

"Diretoria define futuro de Jobson nesta segunda e contrato pode ser rescindido." - Mais um que verá a carreira virar pó.

É, Jobson... Cochilou, o cachimbo cai.

#aprocuradafelicidade termina na Av. Borges de Medeiros, 997 - Rio de Janeiro – RJ

Os Palmeirenses não precisam desconfiar da lealdade do Kleber Gladiador. Todo o mundo sabe que ele é fiel!

Atenção Palmeiras: aproveitem que o João Kleber tá no Brasil, e façam um Teste de Fidelidade com o xará dele!

É, Jobson. A fileira anda...

Se o Kadafi fosse presidente do Senado no Brasil não teria caído assim tão fácil.

Agora só falta o Globo Esporte exigir que aquele que pegar o Kadafi comemore com um "João Sorrisão".

"Empresário de Jobson diz que jogador já recebeu 14 sondagens." Só do Morro do Alemão foram umas 8.

#odeiorodeio: prefiro quando vão direto ao assunto.

"Após queda de QG, Kadhafi promete morte ou vitória." Acho que já vi esse filme, só que o ator era um tal de Saddam Hussein.

"Cuca elogia time e diz que erro do juiz prejudicou." Eita, juiz azarado!

Mais um dia que se inicia, com tanto a aprender, conquistar, repartir... Bom dia pra quem fica. Vou pra cama.

E nada mais faço.

FLAMENGÔMETRO nº 72



 DEIVID VERSUS DEIVID


Quando socou a trave, chutou o chão, esmurrou o ar com raiva, parecia que estava prevendo que aquele gol perdido faria falta. E fez. Mais uma vez, ele conseguiu um lance inacreditável, e mais uma vez lamentamos a ausência de um centroavante à altura do time. Seria injusto colocá-lo como "o culpado" do resultado, mas a recorrência em suas falhas é irritante mesmo.
De qualquer forma, o Flamengo vem repetindo um padrão consistente em todos os jogos fora, uma consistência tanto nos erros como nos acertos. Como em quase todas as partidas fora de casa, o Flamengo neutraliza o ímpeto inicial do adversário, assume o controle da partida, com um bom toque de bola, mas sem presença ofensiva, no primeiro tempo quase não incomoda a defesa inimiga. Quando o jogo começa a ficar chato, o acerto aparece, geralmente num lampejo do Ronaldinho, e aí, 1x0 Flamengo (coincidentemente na maioria das vezes perto do intervalo). A gente pensa: "agora o time deslancha!". Não, o time pára, se acomoda, continua atacando, mas com total displicência, erra passes bobos, desperdiça oportunidades, entrega bolas perigosas ao adversário, deixa o dono da casa crescer. Erra tanto, que o time que está perdendo acaba por encaixar contrataques sucessivos. O Cruzeiro não teve competência para fazer gol e seguramos a vitória, mas contra Bahia, Figueirense e Inter perdemos a chance de ganhar. Contra Bahia, Santos e América Mineiro, o time ainda conseguiu se impor e buscar a vitória (contra os baianos, uma falha individual da defesa permitiu um empate nos acréscimos). Contra o Palmeiras, os dois times se acomodaram e ficou no 0x0. O time vem sofrendo de dois problemas, às vezes simultâneos: a incapacidade de ampliar as vantagens e ganhar com tranquilidade, e as bobeiras individuais da zaga, especialmente nas bolas aéreas. Além disso, o time não investiu em grandes reforços: Alex Silva ainda está ganhando ritmo, Jael tem feito suas crueldades, mas não consegue barrar o blindado Deivid, e Aírton melhorou (pelo menos aparentemente) a defesa, andou tomando cartões em profusão e já está no estaleiro. O time ainda está meio sem muita vontade na Sul-Americana, mas vamos torcer que a sequência de jogos sirva para melhorar o time. Cada etapa à sua vez: hoje busquemos a classificação, e domingo, é pensar no Clássico dos Milhões.


Mais uma da Brahma

Alô, rapaziada, vamos participar, tá valendo até 31.08. Clica aí:


A Brahma vai sortear uma geladeira customizada do Flamengo para quem seguir, retuitar, curtir. Vambora participar, vai que você leva o prêmio.

Basta seguir o @BrahmaFla no twitter e dar RT que já está participando.

Este é o link para o regulamento : http://bit.ly/qe65Dg

E aí, vai pensar na vida? Bora lá, 2, 3 cliques, e pronto.

Boa sorte a todos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Enquete

Pedimos que respondam somente à pergunta da enquete e, naturalmente, que teçam comentários a respeito do assunto.

Caso queiram falar sobre escalação, jogo, etc., usem o post anterior.

A enquete é simples: Temos na manga do Manto o patrocínio da BMG em laranja.

Qual a melhor cor para a marca BMG: Laranja ou Branco?

E repetimos: caso queiram comentar sobre a escolha, melhor ainda.

Gratos,

Administração do Blog FlamengoNet.

Alfarrábios do Melo

Saudações flamengas a todos. Esperando uma liderança que teima em escorrer pelos dedos (sinto que, quando o Flamengo chegar à ponta, não largará mais), deixo mais um capítulo da história do grande ídolo Dida no rubro-negro. Os outros posts estão AQUI. No texto de hoje, uma passagem não muito feliz, embora assinale, ironicamente, o título mais importante de sua carreira. Boa leitura.

O Desabafo de um Craque

1958. O Brasil irradia um sorriso dourado, estado de graça em um momento em que tudo parece dar certo. A Seleção acaba de conquistar a perseguida e cobiçada Copa do Mundo, seus jogadores são recebidos como heróis e viram estrelas, desfilam em carro de bombeiro, exibem-se para o presidente, atingem o estrelato.

Mas Dida está triste.

Dida, aos 24 anos, exibe o auge de sua forma física e técnica. Dono da camisa 10 e ídolo incontestável no Flamengo, o jovem alagoano é naturalmente lembrado para a Seleção, juntamente com seus colegas Joel, Moacir e Zagalo. Com a camisa amarela, trava uma saudável disputa com o garoto Pelé, marca vários gols nos amistosos de preparação e ganha a posição quando Pelé se contunde seriamente e corre o risco de ficar fora do Mundial. Ao final da Copa, Dida acrescenta ao seu já vasto currículo o título de campeão do mundo.

Mas Dida está magoado.

A estréia é contra a Áustria. Dida, poucos dias antes da partida, sofre entorse no tornozelo. Precisa atuar com uma bota de esparadrapo. Joga no sacrifício. Mesmo assim, inferniza a defesa austríaca com sua movimentação, ajuda nos 3-0. Mas, lá pelo meio da segunda etapa, sucumbe à dor e faz número. A imprensa, especialmente a paulista, não perdoa. Amarelou, sentiu o peso do jogo. Um jogo mole daqueles, o time austríaco é uma baba, como assim amarelou? Não existe isso! Mas o fraco Feola não resiste à pressão e barra Dida para o jogo seguinte. Entra Vavá, que pouco faz contra a Inglaterra. O 0-0 mostra que o problema não era Dida. Mas não adianta. Os paulistas, notadamente o radicado Leônidas, seguem destilando sua bílis contra Dida. Pelé entra, faz história com Garrincha, o time encaixa e Dida, mesmo campeão, é escorraçado pela crônica. Uma sensação estranha.

E Dida está cansado. Mas precisa recomeçar.

Volta ao Flamengo, que vive um momento difícil. O Rolo Compressor vai sendo desmontado, peça por peça. Já saíram Rubens, Evaristo, Índio, Paulinho, Zagalo, e Joel já está de malas prontas para a Espanha. De volta ao clube, Fleitas Solich procura refazer a equipe, mas é difícil encontrar tantos talentos juntos novamente. Os destaques da nova geração são Moacir, Henrique e o folclórico Babá. Mas o Flamengo ainda está longe de se igualar à máquina do tri. Vai viver uma árdua transição por algum tempo. O Campeonato Carioca começa e o time sofre com a irregularidade típica das equipes em formação. Goleia alguns pequenos, mas perde para América e Bangu e se distancia da ponta.

Dida parece abatido.

A Gávea recebe um público morno para o compromisso flamengo seguinte, diante do Olaria. Lanterna, o adversário não assusta, a expectativa é de mais uma enfadonha goleada rubro-negra. Dequinha é um importante desfalque, mas Joel está de volta, já ensaiando sua despedida. O experiente cangaceiro Tomires, outro que provavelmente será negociado, retorna à equipe titular. Começa a partida, o Flamengo, como esperado, avança suas linhas contra a frágil equipe da Rua Bariri, mas nada parece dar certo, o time perde uma enxurrada de gols vai parando nas mãos do goleiro alvianil. Até que Dida abre o placar, e o 1-0 acalma o Flamengo. Acalma demais. O time diminui sensivelmente o ritmo e se torna presa fácil para a esbaforida marcação do Olaria. Mal, o Flamengo está mal. Termina a primeira etapa, o time sai de campo sob muxoxos.

Dida não está bem. Aliás, não joga bem desde a volta do Mundial.

As coisas não parecem dar certo, o ambiente no vestiário é de reclamações. O time vence, mas não convence, não flui, não mostra força. Falta movimentação, falta capricho, falta gana de se impor e mostrar-se Flamengo. Solich fala, gesticula, esbraveja. E suspira. Mas, num canto, cabeça baixa, Dida bebe água e resfolega. Está contrito, parece exausto.

Mas Dida está irritado.

Subitamente, o trilar do apito acende algo no ânimo de Dida. Uma doida e doída vontade de recomeçar, de responder, de colocar pra fora toda sua tristeza, sua mágoa, sua decepção, sua raiva. E pede a bola. E começa a correr como um juvenil. E enlouquece adversários e companheiros. O público não entende. A crônica não entende. Ninguém entende quando Dida começa a entortar quem lhe aparece pela frente, a sentar zagueiros ao chão, a pedir bola, a dar esporro, a assumir e a pegar o jogo pra ele.

Dida quer fazer gol.

O entusiasmo feérico de Dida azeita o time, que passa a funcionar redondinho. E os gols vão se multiplicando, empilhando. Todos de Dida. Num enredo deliciosamente repetitivo, Joel para Dida, gol. Babá para Dida, gol. Henrique para Dida, gol. Cada gol de Dida é um soco, um murro, uma estocada contra seus críticos mais ferozes. Cada lance perdido é sangrado, xingado, praguejado pelo craque, que vive uma impressionante catarse em campo. O jogo vai chegando ao final, e Dida não se cansa de marcar gols, de perder gols, de querer gols. Já nos descontos, Dida perde uma chance e xinga, depois ainda encontra tempo para um último tento. O jogo termina Flamengo 8-0 Olaria, e Dida marca SEIS vezes. Ironicamente, iguala o recorde de seu desafeto Leônidas.

Dida está de volta.

O Flamengo, comandado por Dida, ainda passará por um momento de transição, até montar novamente uma das melhores equipes do país. Dida seguirá escrevendo sua história com gols e belas jogadas, cada vez mais ídolo. A imprensa paulista ainda irá esperar um pouco para receber sua merecida resposta. Mais precisamente, três anos. Mas, de qualquer forma, isso pouco importa.

Uma Nação está ao lado de Dida. Isso basta.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COLUNA DE SEGUNDA FEIRA
HERMÍNIO CORREA

Impressões de Internacional 2x2 Flamengo, 18ª rodada
Campeonato Brasileiro 2011

Olá pessoal,

Internacional e Flamengo fizeram ontem um bom jogo no Beira Rio, tendo agradado a postura franca com a qual o Flamengo atuou mesmo fora de casa, diante de um adversário de qualidade.

Obviamente, havia uma grande preocupação com a forma de atuação do Flamengo após a desastrosa partida de quinta contra o Atlético Goianiense. E apesar do empate no sul, a atuação da equipe voltou a demonstrar a consistência de quem se mantém na vice liderança do Brasileirão.

O primeiro tempo acabou sendo uma partida mais dura, com menção ao poder de marcação do Flamengo e a tranqüilidade na troca de passes. Embora carregasse a responsabilidade pela busca do resultado para novamente encostar-se à liderança, o time demonstrou maturidade e paciência para ir ditando seu ritmo de jogo, valorizando a posse da bola.

E embora poucas, foi criando suas chances.

Abriu o placar em uma falta que, além de muito bem cobrada por Ronaldinho, teve uma dose de malandragem de Willians.

E só não ampliou no chute de Deivid pois a bola, teimosa, optou pelo lado de fora da trave.

Terminou o primeiro tempo à frente do placar, com um a mais em campo e demonstrando uma maior posse de bola que prometia um segundo tempo à feição daquilo que o Flamengo buscava para sair de Porto Alegre com os três pontos.

Mas, de uma maneira bastante parecida como a que o Figueirense se portou em Florianópolis, o Internacional surpreendeu na volta do intervalo optando por uma postura mais ofensiva, e mesmo com um jogador a menos empurrou o Flamengo para seu campo no início do segundo tempo.

Quando Luxemburgo optou por mexer, colocando um homem a mais dentro da área do Internacional (Jael), e alterando a marcação no meio campo (Luiz Fellipe) a partida já estava empatada.

Fizemos o 2x1 na sequência, no oportunismo de Jael. E durante mais 10 a 15 minutos, tivemos o controle da partida. Novamente trocando passes com mais tranqüilidade, de maneira mais organizada e valorizando a posse de bola.

E aqui novamente surge o fator que tem faltado ao Flamengo em alguns dos empates ocorridos. Em um jogo difícil, contra um importante adversário como é o Internacional, podendo fazer os três pontos fora de casa, faltou liquidar a partida.

E não acho que isso seja específico a um jogador. Ontem foi Devid quem perdeu gol feito. Contra o Figueirense, foi Thiago Neves. Fato é que o time tem demonstrado uma postura de encher os olhos atuando fora de casa, mas tem faltado o poder de decisão em momentos chave das partidas visto, por exemplo, nos confrontos diante do América Mineiro e Santos.

E por não ter liquidado, o Inter achou espaço, fez um golaço com Leandro Damião e ainda teve tempo para crescer na partida, dando trabalho ao sistema defensivo.

No final das contas, mantivemos a segunda posição e aproximamos do líder em um ponto. Jogamos uma boa partida contra uma forte equipe que é a do Internacional, mesmo estando fora de casa.

Tudo isso mostra que o que de fato foge à normalidade em nossa caminhada foi o jogo contra Ceará e a derrota do meio da semana para o Atlético Goianiense, com citação também ao empate “festivo” contra o Corinthians lá trás, ainda na terceira rodada, em casa, mas que hoje são pontos que estão fazendo falta significativamente.

Algo preocupante é que se nenhum clube tem conseguido abrir vantagem no campeonato, isso também inclui o Flamengo. E o que vem pela frente agora é um clássico.

Domingo é daqueles jogos que tem toda a característica de demonstrar quem é quem na disputa pelo título. Uma vitória certamente servirá de combustível para a tão esperada arrancada.

É hora de uma nova sequência de vitórias. Nem tanto por ser contra o Vasco. Mas principalmente por ser contra um adversário direto na luta pelo título.

Grande abraço, até segunda e Saudações Rubro Negras, sempre!

domingo, 21 de agosto de 2011

Nunca é tarde para se parabenizar um clube irmão




113 anos de vida e de alegrias.

Obrigado, Vasco.

E nada mais digo.

FLAMENGÔMETRO nº 71



SAINDO DA CAVERNA DO DRAGÃO


Resultado horrível num dia horrível, com jogadas horríveis, técnico horrível, jogadores horríveis. Melhor esquecer. A segunda derrota no ano, de novo em casa, para um time pequeno. É tanta aberração junta, que prefiro não escrever mais nada. Hora de enfrentar o Internacional em seu próprio campo, missão impossível? Depois de quinta-feira nada será impossível. LEVANTA, SACODE A POEIRA E DÁ A VOLTA POR CIMA.
R10 convocado, Aírton lesionado, Thiago Neves estirado, a bruxa anda solta, e para afastar o agouro arcoirisento, vai aqui minha contribuição: Contra o Mal, contra a Palhaçadinha e contra os Monstros.


Pitacos táticos

A derrota para o genérico goianiense expôs alguns equívocos de Luxa na formação do time. Um deles, e que até no nosso imaginário persiste há algum tempo, é o de que a força ofensiva do Flamengo está nos laterais. Se era assim nos tempos de Leo Moura sub 30 e Juan sem chinelagem, hoje o panorama mudou. Nossos alas, se é assim que devem ser chamados, não são mais os pilares ofensivos de outrora.

Leo Moura já sente o peso de ter de atacar e defender com o mesmo rigor. Ainda é mestre nas jogadas de linhas de fundo, mas hoje ele frequenta muito menos aquela parte do campo do que há 2 anos atrás. Provavelmente a idade, embora não esteja tão avançada futebolisticamente, começa a pesar.

Junior Cesar tem características distintas das de Leo. Ele não é o tipo de jogador que busca a linha de fundo para efetuar cruzamentos. Seu futebol pede que haja aproximação. Reparem que nesta fatídica derrota no último jogo, ele esteve totalmente nulo em termos ofensivos. Por que? Sem Renato nem R10 para articular jogadas, Jr. ficou isolado pela esquerda, tendo como única opção fazer o que não faz tão bem quanto Leo Moura: buscar o fundo do campo e cruzar. Ou ele tenta aprimorar esse fundamento, ou fica na dependência de um companheiro que jogue pela esquerda, facilitando seu jogo preferido, o de toques curtos, triangulações, e 1-2.

Claro que as orientações de Luxa de buscar sempre o jogo pelas laterais é acertada. Faz-se isso com toque de bola, invertendo sempre os lados do campo, para abrir a marcação adversária. O problema é quando você tem laterais cujos estilos se diferenciam quase por completo. Um é melhor defensivamente, outro deixa a desejar na marcação, mas lá na frente faz toda a diferença.

Acredito que devemos buscar agora uma maneira de fazer a bola chegar na frente com qualidade, e para isso, é fundamental uma saída de bola acertada da defesa para o meio, ou seja, fazer a transição até o ataque sem erros de passe, ou com o mínimo de organização. Talvez seja o caso de aproveitar melhor nossos cabeças de área - nesse sentido Willians precisaria urgentemente melhorar seu passe - para que eles alimentem os laterais lá na frente, sem que eles precisem voltar muito, nem para marcar, nem para buscar jogo.

Trocando em miúdos, é fazer com que Leo Moura e Jr. Cesar se tornem de fato meias, só que jogando pelos lados.

Julio Benck também publica o blog Tua Glória é Lutar

AVANTE FLAMENGO!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O futebol é dos meninos

O futebol é pródigo em tornar homens em meninos. O sorriso cínico de um adulto em um choro emocionado de criança. A cada gol bendito, uma lágrima porque cada lembrança é feito o brinquedo favorito que você nunca joga fora.

E o porquê em cada choro não se explica nas instruções da caixa. Cada soluço é um obrigado aos heróis por aquela memória confusa. Confusão porque as lembranças se misturam, se completam e se fortalecem. Onde você estava, quem você era e de quem foi o gol? É o eterno pique-futebol: quem lembra mais, ganha. Mas o jogo dura mais do que 90 minutos.

E a cada emoção, mais choro. Os amigos queridos da infância, os sonhos perdidos dos meninos e os acasos inexplicáveis que insistimos em encontrar respostas: "foi a camisa" ou os clichês: "futebol é uma caixa de surpresas". Adultos sempre acham que têm respostas, crianças sempre sabem que têm perguntas.

As vezes, o chorar não é só obrigado. Quem sabe, a emoção não seja também uma resposta? E, sendo assim, obrigado, Lê. De um menino para outro.

Uma pergunta
























Do que tanto estás rindo, Presidente?

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FLAMENGÔMETRO nº 70



APÓS O ESCORREGÃO


Não interessa o juiz e seus critérios hediondos, o fato é que jogamos mal. O tempo todo erramos quases tudo: chutes, passes, cruzamentos. Fossem tempos de vacas magras, e teríamos tomado mais uma goleada no sul do país. Mas o time tem Ronaldinho, e na única jogada em que o ataque acertou no primeiro tempo, alcançamos um injusto 1x0 (parecia até uma reprise do Flamengo x Cruzeiro). Segundo tempo, e o time continua com essa estranha síndrome de ser a única equipe do futebol mundial que piora após sair na frente do marcador. Mas mesmo assim, Ronaldinho - de novo - pôs a bola praticamente dentro do gol para Deivid completar para as redes. Tranquilidade? Não, a defesa bobeou e mais uma vez entregamos um empate, dois pontos que estavam quase ganhos. Não aceito que um time na frente do placar tome um gol de contrataque. Não aceito que um escanteio encontre um jogador sozinho cabeceando para ao gol vazio. Cadê o tempo de bola, Felipe?
Agora temos a obrigação de vencer o Atlético Goianiense, um time que parece jogar melhor fora do que dentro de casa. Vai armar um ferrolho, e contar com a impaciência do Flamengo. Hora de muita inteligência e calma. Precisamos a todo custo de uma vitória, ainda mais depois da virada do Corinthians. Sem Ronaldinho e Renato, iremos com Botinelli e Luiz Antônio, mas mesmo assim com condições para buscar a vitória. O Campeonato vai ficando cada vez mais emocionante a cada rodada, e isso é muito bom, por que é nessas horas que o Flamengo costuma crescer.
ps: Que o Flamengo tenha força e lucidez para superar os desfalques de Ronaldinho, mais um sequestrado pela CBF.

Se você fechou com o certo, não fechou com melindres

Eu até entendo alguns tipos de preocupação. Afinal, no ano passado foi um inferno astral. Jogador preso, jogador quase sendo preso, dublê de dirigente tirando onda de banir nosso maior ídolo do clube, e outras atrocidades que só acontecem graças à ingerência, aos mandos e desmandos.

Mas, eis que 2011 se tornou um ano interessante. Ronaldinho resgatou não somente seu futebol, mas um pouco do amor próprio que sempre nos foi peculiar. Voltamos a ter o comportamento adequado de quem fecha com o certo. Voltamos a olhar por cima, de cima, sem dar ouvidos a palhaçadinhas de rivais ou de outros merdas.

Agora, via twitter, vejo que Ronaldinho foi convocado. É simples: temos mais 21 jogos para sermos hepta campeões. Simples mesmo. Não podemos nos melindrar por uma palhaçada de treinadores que ACHAM que vão resolver o campeonato num jogo.

Somos a Nação. Sabíamos que cedo ou tarde isso ia acontecer. Ainda mais jogando o que ele vem jogando.

Sejam rubro-negros à sua essência. Parem de mimimi, parem de chorar. Temos jogo hoje, temos jogo no domingo, e por aí vai. Temos 21 jogos pra sermos hepta. Vamos mesmo chorar por causa de um jogo?

Temos que - mais uma vez - passar por cima de tudo e de todos. E, me desculpem, mesmo se o time dos gambás fosse essa coca-cola toda, eu não teria medo, tampouco preocupação.

Vamos ser hetpacampeões.

Basta acreditar, basta ter fé.

E nada mais digo.

Eu no twitter: @alextriplex

quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Calúnia do Rúbio Negrão

“Brasileiro é o povo mais manada que existe. Pqp... Porra...tem que lutar por seus direitos!” – Henrin

“Quanto ao Heb**, ele fez o que sempre faz. É caseiro e vive de ameaçar jogador.” – Cortez

“Tá um saco esse ‘falso orgulho’ de não poder reclamar de arbitragem. Parece q qualquer reclamação equivale a presidente e time chorando na coletiva.” – Tiago Rubens

Sejemos cinseros: o Flamengo, que já era um Clube popular, hoje está ainda mais identificado com o assim chamado zé-povinho. Por quê? Farei a analogia: da mesma forma que o trabalhador só consegue fechar o seu mês se trabalhar 20 horas por dia, durante seis (ou sete) dias por semana, sempre sob o risco de levar ferro caso esmoreça, os adversários deste time do Mengão só conseguem contê-lo e, em casos raros, ameaçá-lo nos 20 ou 25 minutos iniciais dos jogos, enquanto ainda têm fôlego para se desdobrar em campo, marcando a nossa saída de bola e grudando no R10 e no R11.

Quando os rivais começam a esmorecer (na linguagem boleira pregar”), a vaca vai pro brejo, porque no quesito categoria, no cenário nacional atual, se já somos difíceis de ser igualados, mais ainda superados.

Como a regra não permite substituir os 11 jogadores de uma equipe, com o cansaço advêm os espaços. R10 e R11 passam, então, a ter tempo, às vezes até de sobra, de receber, dominar, observar e executar.

O melhor é que o Flamengo demonstra ter padrão. Não o padrão Globo de qualidade do Corinthians, mas o padrão de jogo que permite parar o adversário quando é necessário detê-lo, e encurralá-lo quando preciso. Até já sei o roteirinho dos jogos: os rivais começam vindo pra cima, com tudo e com todos. O Mengão se defende, sem levar sustos, enquanto estuda a presa. O resto, é história. Ou será um dia.

Isso, claro, quando o juiz não desconcentra nossos atletas.


Duplex Toc Zen

1 - Eu perdoo: Num meio em que jogadores atléticos desfilam cortes arrojados, os carecas e barrigudos têm que ser sempre perdoados.

2 - Agora me perdoem vocês: Sei que não é politicamente correto troçar das deficiências físicas dos outros, mas neste momento a revolta causada pelo jogo contra o Figueirense fala mais alto: “Seu careca nojento!”

3 - Flamengo, Flamengo, tua glória é lutar: Sim, contra rivais, arcoirenses, árbitros, procuradores e o escambau. Infelizmente, nem sempre os bons vencem no final. Mas não quero nem saber: O Heber tá nos devendo 2 pontos.

4 - Pergunta que não quer calar: Se o Eurico fosse dirigente rubro-negro, os árbitros e o STJD nos encheriam tanto o saco?

5 - Sinal dos tempos: Quando jogadores do naipe de R10 e Neymar são obrigados a chororar sobre os árbitros, realmente há algo de muito podre no Reino da Dinamarca. (Percebam que nesta recente série de cartões amarelos do R10, o primeiro foi por “simulação” dentro da área adversária, o segundo, por ter chutado uma bola em “impedimento” erradamente assinalado, e o terceiro, por “reclamação”. Tudo sempre muito subjetivo.)

6 - A CBF quer porque quer tirar R10 dos jogos do Flamengo: Nem que para isso tenha que convocá-lo pra uma CHATÉRRIMA Seleção que se tornou um estorvo na vida dos brasileiros.

7 - TN7: Tem perdido gols demais. Ainda bem que não se chama Deivid.

8 - R10: Se por um lado a estratégia do TN7 pra não ser convocado é perder gols, a do R10 é converter pênaltis.

9 - Deixando logo avisado: Contra o Egito, tá liberado. Mas contra o meu time aqui da rua, exijo o Ronaldinho na Seleção!

81 - Não é que o Santos esteja mal: É que nem todos os adversários o estimulam a jogar como se fosse uma final do Mundial da FIFA.

11 - Selecinha: Viajam Elano, Ganso e Neymar pra lá, retornam Elano, Ganso e Neymar pra cá. Jogam aqui, jogam ali, jogam acolá. Um dia com as cabeças no Clube que lhes paga o salário, noutro dia a cabeça na Seleção que somente lhes exaure. Quero ver o que a CBF vai arrumar se o Santos cair pra Série B. Não quero isso pro Mengão.

12 - Deivid de Souza, 8 gols: Ainda bem que não vendemos a Gávea pra trazer o Enganation 30.

13 - Fica a sugestão: O Flamengo tem que montar uma liga só com clubes de Série A, como Cruzeiro, São Paulo, Santos e Internacional. Isso de participar de campeonatos mistos (Série A + Série B) só serve pra atrapalhar a aferição do verdadeiro campeão dos grandes. Chega de sermos importunados por times e treinadores insignificantes!

14 - Aliás 1: Agora vejo como foi bom o timaço do Flamengo não ter enfrentado o Sport em 87, naquela final fajuta armada pela CBF. Os caras ainda teriam arrumado um empatezinho. Maroto.

15 - Aliás 2: Não sei onde está escrito que os flamenguistas têm que ficar calados quando o Flamengo é prejudicado. Será que no Manual do Arcoirense Frustrado?

16 - Jorginho Pastor: Gostaria de saber a opinião desse cara sobre os títulos do São Paulo.

17 - Felicidade Urbana: Já a todo vapor na Gávea, com a oferta de compra coletiva de espaço publicitário no nosso uniforme.


18 - Twitter Cassetadas da semana (em tempo real só em @rubionegrao):

Brasil X Alemanha: e o Mano Meneses continua com o processo de "corintianização" da seleção.

"Mictório é o nome científico do banheiro." - Marlon, A Fazenda 4

"São Paulo consegue empatar no fim com o Atlético-PR." Sorte de campeão ou sorte de cagão mesmo?

"Carlos Alberto e Jobson fazem as pazes." Já sinto o mundo melhor.

"Bota vira contra o América e dorme no G-4." Quem não te conhece, que te compre.

"Mano Menezes será o técnico da Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Londres." E eu aqui preocupado com o fim do mundo em 2012.

"Neymar diz que derrota é 'mérito do juiz'." Se o Brasileirão continuar nesse ritmo, o STJD não vai ter tempo nem de ler os processos.

Flamengo 6 x 0 Figueirense. Em cartões amarelos.

"Vasco supera o Palmeiras e fica perto da ponta." Mais um vice pintando?

Heber Rouberto Lopes.

#DiaDoSolteiro: porque ser solteiro não é um estado civil. É um estado de espírito! (Pena que minha mulher não concorde.)

Quem está casado há 25 anos faz Bodas de Prata. E quem está solteiro há 25 anos faz o quê? Bodas de Látex? #DiaDoSolteiro

O problema do #DiaDoSolteiro é que o solteiro não tem com quem comemorá-lo.

#DiaDoSolteiro só comemora quem acha o solteirismo positivo.

Quem paga 4 pensões pra ex-esposas comemora #DiaDoSolteiro?

"Kassab vetará Dia do Orgulho Hétero." Vindo dele é DISCRIMINAÇÃO!

"Jogador Neymar faz ensaio só de cueca." Realmente, cada vez mais focado.

A propriedade onde se realiza A Fazenda deveria ser desapropriada por se tratar de terra improdutiva, apesar de haver uma produção lá 24/7.

Um país aí criou um reality show em que o vencedor era aquele que saia primeiro. Não deu certo porque a audiência começou a cair demais.

E nada mais faço (pela grana que faturo, vale a pena).

Flamengo Net

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