segunda-feira, 31 de julho de 2006

A marra de ser campeão

Tem gosto para tudo. Eu, por exemplo, gosto de vinhos. Tanto que aceitei o convite do meu amigo Alex do Triplex para uma rápida viagem a Curitiba, onde acontecia uma feira num estranho parque com estátua de jacaré. O ponto alto - além de umas demonstradoras loirissimas que poderiam perfeitamente estar na capa da próxima Playboy, no lugar da Flavia Alessandra - foi a degustação de tintos portugueses da Barrinhas, de safras para sommelier nenhum botar defeito.

Claro, aceitar o convite do Alex foi mero pretexto. Fui ao Paraná para ver o Flamengo. A alta probabilidade de perder mais uma no Brasileiro, depois da ressaca do hexa - o hexavice conquistado pelo nosso freguesinho de caderno -, sinceramente, ora pois, isso em nada me estressava, era circunstância. O que eu queria mesmo era ter o doce sabor de gritar "bicampeão" em plena Arena da Baixada. E de mostrar, junto aos não raros rubro-negros autênticos que vivem naquelas terras geladas, qual é o verdadeiro vermelho e preto que manda nessa porra de país. Afinal, oito títulos nacionais não são para qualquer um.

Entao é isso. Não vou comentar sobre os gols perdidos, sobre a ausência do Jonatas, sobre a estranha sina que paira sobre o Flamengo naquelas plagas, ou sobre o Diego que parece ter possuído a alma de Raul, com iuma defesa de antologia. Lá estava eu, feliz para cacete, vendo de longe a inveja de quem não tem sequer uma Copa do Brasil, de quem não vai à Libertadores, e que se orgulha muito de um estádio que é caso de Procon (sim, em que outro lugar os visitantes pagam ingresso full e sequer conseguem ver o gramado por inteiro?).

Fui e gostei. Vi um Flamengo novamente altivo, sem medo, agredindo, com raça, um Flamengo de pouca técnica, mas, enfim, com cara de Flamengo. E tudo ao som de "Bi........campeão". Mas, acabaram de me contar, para minha total incredulidade, que há quem prefira passar o domingo em Copacabana, ao som de bate-estaca, incomodando os velhinhos do bairro. Tudo pelo direito de fazer o que quiser com o traseiro. É, tem mesmo gosto pra tudo.

domingo, 30 de julho de 2006

Domingo que vem, todo mundo lá

Hoje estou tendo um sentimento meio incomum nos últimos tempos: estou triste com uma derrota do Flamengo.

Só triste. Não estou revoltado com os jogadores, xingando os dirigentes, pedindo a cabeça do Diego, abominando o técnico ou desejando a morte do Fernando.

Era um jogo fora de casa, em um estádio onde há uma maldição contra nós, com desfalques importantes. E a verdade é que jogamos melhor a maior parte do tempo, contra um time que também não foi mal. Mas não fizemos os gols, tomamos um em um momento em que o time se pegou desorganizado, paciência. Chato perder assim, mas é do jogo.

Mas deu pra se animar com a atuação do Juan, que foi bastante bem. Abaixo, pra mim, apenas do Obina - que pra mim hoje jogou MUITO, pena ter perdido a grande chance que teve chutando em cima do goleiro, merecia ter feito um gol. E estou gostando bastante do padrão de jogo que o Ney Franco está dando pra esse time, o esquema de três zagueiros parece estar encaixando. Lembrando de novo: mesmo com desfalques importantes, que fazem diferença.

Deu pra ver também que Léo Medeiros não tem a menor condição de jogar. Pode ser que seja só uma fase ruim e um dia ele acabe mostrando algo de bom, mas até hoje não entendi que qualidade esse cara tem. E, além disso, mais uma vez o Renato esteve abaixo do que precisa render. É um cara que já foi muito importante pro time, sempre corre muito, mas talvez no momento seja ele que deva sair pra entrada do Sávio.

Pena que irei a SP no sábado e dificilmente conseguirei chegar de volta ao Rio no domingo a tempo de ir ao Maracanã. Mas é jogo pra casa cheia.

* * * *

E vejam vocês: foi dia de expulsão do Fernando e nem assim eu fiquei com raiva dele. Isso sim é incomum.

sexta-feira, 28 de julho de 2006

FLAMENGO X ATLÉTICO/PR

Campeonato Brasileiro

Jogos: 22 (9 no RJ, 13 no PR)

Vitórias: 8 (7 no RJ, 1 no PR)

Empates: 5 (2 no RJ, 3 no PR)

Derrotas: 9 (9 no PR)

V = 36%

E = 23%

D = 41%

Gols Marcados: 26 (17 no RJ, 9 no PR)

Gols Sofridos: 31 (5 no RJ, 26 no PR)

Maior período sem perder: 4 jogos (1992 a 1998)

Maior período sem ganhar: 5 jogos (1997 a 2001)

Maior vitória: 3x0 (1983 e 2004)

Pior derrota: 0x4 (2003)

Resultado mais comum: 2x1 e 1x1 (3 vezes)

Jogador com mais gols: Zico (3 gols).

Primeiro jogo:

4/11/1973 Atlético-PR 1x0 Flamengo
Time: Ubirajara Mota, Moreira, Rondinelli, Tinho e Rodrigues Neto; Liminha e Afonsinho; Rogério, Toninho Guerreiro (Geraldo), Zico e Paulo César Lima.

Último jogo:

2/10/2005 Atlético/PR 2x0 Flamengo
Time: Diego, Leonardo Moura, Renato Silva, Júnior Baiano e André; Fabiano, Jônatas (Marcelo), Renato e Fellype Gabriel (Diego Souza);Fábio Júnior e Josafá (Rodrigo).

Duas vitórias marcantes:

21/4/1975 Atlético-PR 1x2 Flamengo
Time: Cantarele, Aloísio (Rondinelli), Jaime, Luís Carlos e Rodrigues Neto; Liminha e Geraldo; Paulinho, Dario (Doval), Zico e Arílson.
Gols: Zico e Paulinho.

Nossa primeira vitória sobre eles em Brasileiros, e ainda nossa única vitória no Paraná. Como curiosidade temos Rondinelli ainda reserva, entrando improvisado de lateral-direito.

12/5/1983 Flamengo 3x0 Atlético-PR
Time: Cantarele, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Vítor, Élder e Zico; Júlio César Barbosa (Figueiredo), Baltazar (Robertinho) e Adílio.
Gols: Zico, Vítor e Zico.

Com esta vitória, na primeira partida da semifinal de 83, garantimos uma boa vantagem, que nos trouxe a classificação para a final, mesmo perdendo o segundo jogo.

CONTAS ERRADAS

Só lembrando à imprensa que soube de maneiras bem "sutis" desdenhar o título do Flamengo:

"Há 14 anos o Flamengo não ganhava um título nacional"

É? E a Copa dos Campeões de 2001, ganha com uma goleada de 5 sobre o São Paulo, era título o quê???? Municipal?

"A ausência dos times da Libertadores enfraquece a Copa do Brasil"

Sem dúvida. Mas por acaso, quantas Copas do Brasil Goiás e São Paulo já venceram? Esta Copa tinha Santos (campeão paulista), Cruzeiro (campeão mineiro), Fluminense, Atlético/PR, Botafogo (campeão carioca), Grêmio (campeão gaúcho). Que culpa nós temos se o poderoso Santos do mágico Luxemburgo perdeu pro Ipatinga? Se o mesmo Ipatinga aniquilou o Botafogo (quá,quá,quá) com requintes de crueldade (4x0 e 3x1)? Se o Cruzeiro perdeu em casa pro Flu, que conseguiu perder (quá,quá,quá!) pro Vasco?
Fizemos nossa parte e chegamos ao título. O time é fraco? É. Não tenho ilusões sobre Libertadores e Tóquio. Ainda temos um caminho longo a percorrer. Agora é recuperar-se no Brasileiro, criar vergonha e subir na tabela.

"O Vasco tem revelado mais gente que o Flamengo"
Frase surreal dita no Terceiro Tempo, por Paulo Morsa. Sem comentários.

"Este time do Flamengo não teria ninguém na seleção"
Outra polêmica maldosa levantada no Terceiro tempo. É lógico, é claro, é óbvio. Até porque os craques que o Flamengo consegue fazer, os estrangeiros levam. Aliás, pouquíssimos times brasileiros teriam jogadores convocáveis.

Mas o fato é que vencemos mais uma vez jogando pra frente, com mentalidade de time grande. Fomos pra cima do Vasco, buscamos o resultado e ganhamos mais uma vez. É importante saber que o Ney Franco não vê o Flamengo como um time pequeno. Assim, tenho confiança de que melhoraremos.

E muita gente foi dormir após a final de quarte de cabeça inchada. Estão magoados, recalcados, rabugentos. O Arco-Íris, acrescido de suas novas fileiras miltonevesianas, está de luto.
Mas 33 milhões de brasileiros estão felizes.

quinta-feira, 27 de julho de 2006


Começou a Sacanagem!!!


Camisa comemorativa da mais recente coça que demos no bacalhau otário. Tem G e GG e custa só 20 real ( fora as despesas de envio ). Pedidos para blogdaflamengonet@gmail.com .

Qualidade Fla-Bujica, uma empresa do Grupo Ladrilheiros Unidos Inc.

Mengão Sempre!


O EFEITO CHAPOLÍN COLORADO




Flamengos existem sim. E são muitos.

Amigos, somos campeões. Muito campeões. Foi até uma final bem fácil, comparada com outras que já disputamos contra eles. Aliás, a turma da pocilga acreditou no 3x0 e foi o que se deu: 3x0 FLAMENGO!

Mas a minha questão aqui é outra. Existe um rapaz que costuma dizer que somos uma ilusão. Somos um fantasma. E com isso ele alimenta sonhos dos torcedores do seu time, mesmo depois de marcarmos a mega sena com 6 decisões seguidas. Só para recordar, 96-99-00-01-04-06.

"O manto que dizem sagrado foi maculado pela enésima vez. A camisa mística que venceria sozinha perdeu mais uma vez"

"O Flamengo é uma oceânica ilusão"

"O vascaíno agora tem no bolso piadas até o fim da vida para debochar de flamenguistas"

"Se algum vascaíno ainda está carregado de culpas e depressões infindas por causa das últimas decisões contra os flamenguistas, é a hora de deixá-las pelo caminho"

"Se alguém ainda acredita em Flamengos fantasmagóricos, os dias 19 e 26 de julho estarão na agenda eterna para lembrarem a todos da verdade monumental"

"E assim será proclamado para toda a eternidade: Flamengos não existem"

"Flamengos não existem. Existe um Flamengo com sede na Gávea, CNPJ, muitas contas a pagar, dívidas em cascata, sem estádio e com uma camisa pintada de vermelho e preto a vestir onze homens comuns. Este Flamengo pode ser vencido. O criado fantasmagoricamente nas entranhas dos vascaínos não"

Esses são exemplos de frases escritas pelo rapaz, que não citarei o nome nem a fonte. Mas ele sabe do que falo. Não o conheço pessoalmente, nem faço questão, mas respeito sua habilidade em utilizar as palavras nos textos, mesmo que elas sejam para iludir e passar a inverdade. Não escrevo tão bem como ele, mas sei escolher time para torcer.

Só que eu guardei essas frases. Eu ouvi da boca de vários vascaínos. Eu sofri com isso. Eu não esqueci o 30/06. Mas agora é a hora da forra!

É com muito orgulho que eu digo que Flamengos existem e são muitos. Existem e estão em todos os lugares. Qualquer pessoa que torça para um time tão absurdamente superior aos seus rivais regionais é um Flamengo. Quem sai de casa para ver um Flamengo x Madureira, à noite e ajuda a colocar 40 mil pessoas no estádio, só pode ser um Flamengo. Um cara Flamengo tem um ídolo máximo indiscutível, não é como os outros que não se decidem entre Raí ou Rogério, Roberto ou Edmundo, Romerito ou Rivelino, Garrinha ou Nilton, Maradona ou Di Stéfano. Para o Flamengo é Zico. O Zico que fez o Flamengo atropelar tudo e todos no Brasil inteiro. O Zico que os recalcados tentam atingir de todas as formas, porque não conseguiram vencê-Lo quando Ele trajava o Manto. Ah sim, nós temos o Manto. A camisa mais conhecida no mundo. Onde tem uma TV mostrando o futebol Brasileiro, tem uma camisa do Flamengo.

Os Flamengo existem. E são a 8ª maravilha do mundo. Só não vê quem não quer, quem prefere ver coisas menores e sem cor. Quem prefere vestir camisas que imitam argentinos e não camisas que são imitadas mundo afora. Para esses infiéis, Flamengos são de fato fantasmas, assombrações que jamais serão eliminadas. São sim ilusões, coisas que ninguém acredita que possa existir. Ninguém crê em algo tão grande assim. Não consegue entender como atrai tantos fiéis. Por isso, na sua ignorância, prefere fingir que não existe, que não está ali. Prefere fingir que é um conto. Por isso se unem na derrota do Flamengo, a ponto de deixar de torcer por seus times. Primeiro o Flamengo perde. Depois o meu time vence. Vocês têm tanto medo do Flamengo que lêem nossas notícias primeiro nos jornais. Sempre perguntam "como está o jogo do Flamengo?". Comparam uma vitória sobre a gente como um orgasmo múltiplo daqueles de porco que duram 10 minutos. Não entendem que nas raras vezes que nos batem, essas vitórias voltam contra vocês mais fortes, mais pesadas e impiedosas. Usaram a barriga? Caíram para a terceira divisão. Ganharam com reservas? Foram para a segunda divisão. Tripudiaram, chamaram de mulambada, fizeram embaixadinhas, disseram que não existimos? Perderam SEIS finais seguidas.

Espero que agora, vendo os Flamengo serem consagrados como os recordistas de títulos nacionais, aprendam que nós existimos. Somos maiores, melhores e insuperáveis. Passamos períodos ruins, mas sempre voltamos. A camisa joga. A torcida joga. O time joga. Mesmo depois de 14 anos sem um título nacional, não fomos alcançados. Pelo contrário. Nós é que estamos chegando na última hegemonia que nos falta. Na média já passamos os playboys, faltam apenas os números absolutos. Mas é só passar pelos fóruns da vida que já vamos ler "eles são os melhores mesmo, temos que admitir".

Então está definido. Flamengos existem. O que não existe e nunca vai existir, é o Vasco ganhando do Flamengo numa final. Isso, de fato, é uma ilusão.


Nada mais digo...

Aliás, digo sim:
1 - Morais, lamentável sua atitude de racismo em relação aos "marginais". Mas não é de se esperar nada diferente de quem vivia nas casas de tolerância aqui em Curitiba.
2 - Renato e Eurico: obrigado, vocês engrandecem minha, ops, nossas vidas.
3 - Eu sou campeão, estou rouco, com dor de cabeça, mas feliz.
4 - Esse é o meu Flamengo, por esse Flamengo vale a pena dar a vida.
5 - Crédito da frase pro meu amigo King Muhlamba.
6 - Apenas para constatar, estou participando de uma feira de vinhos, mais precisamente num stand que SÓ TEM PORTUGUESES. Que triste será meu dia...


PARABÉNS NAÇÃO!!!! PARABÉNS FLAMENGO!!!

E......"ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ, VICE DE NOVOOOO!!!!!!!"


Vencer,
Vencer,
Vencer.....
(o Vasco....)

Parecia incrível, mas em tão pouco tempo lá estavam mais uma vez frente a frente Flamengo e Vasco numa decisão de campeonato em pleno Maracanã.
Foi assim em 1999, quando Rodrigo Mendes saiu de campo consagrado; foi assim em 2000 com Athirson e cia.; foi assim em 2001 no dia daquela obra prima pintada pelo Pet; e foi assim também em 2004, quando Jeanial, numa tarde iluminada meteu três na sacola vascaína. Essa seria a quinta vez em apenas sete anos que o ´Clássico dos Milhões´ definiria um título. Só que dessa vez um título de âmbito nacional, a cobiçada Copa Do Brasil, com sua valiosa vaga na Libertadores.
Tal como quarta passada, fiz o meu papel. Cheguei cedo ao Maraca, me posicionei à esquerda das cabines de rádio, ali do lado da Raça. Tudo certinho, tudo dentro dos conformes, mas um pensamento estatístico, quase matemático, tenho que confessar, me incomodava. Ganharíamos a 5ª decisão praticamente consecutiva contra nosso maior rival? Assim, sem mais nem menos, sem a menor piedade? Não seria pedir demais dos ditos ´deuses do futebol´? É verdade que dessa vez, diferente das demais, chegamos na finalíssima com uma vantagem considerável (por méritos próprios, claro). Mas talvez não fosse a derrota e a perda do título tão próximo uma compensação justa após quatro finais esmagadoras já vencidas pelo nosso esquadrão?

Talvez até fosse..... mas lá estavam frente a frente Flamengo e Vasco. O maoir time do mundo contra o seu principal coadjuvante. O time do povo, contra o time do Eurico. O Rubro-Negro campeão do mundo contra o time do cinto de segurança notório por seus vice-campeonatos. Além da obviedade dessas expressões, que apenas nos fazem lembrar quem é quem, quem chegou no Maracanã e viu o estádio vestido de vermelho e preto, teve a mesma certeza que eu tive. A certeza de que essa tal compensação ficaria adiada por mais um tempo, se é que ela virá algum dia.
Afinal, lá estavam mais uma vez, desfraldados em plena arquibancada o time de 81, contando inclusive com a presença in-loco, nas cadeiras especiais, do melhor lateral-direito que esse país já viu jogar: Leandro, nosso querido Peixe-Frito (devidamente saudado pela galera). Lá estava novamente a maior bandeira do Brasil, unindo a Raça e a Jovem num só manto. Lá estava a Nação Rubro-Negra, cantando e pulsando como nunca, tomando conta do estádio como sempre, representada por cerca de 35 mil felizardos que teriam (nesse momento eu já tinha certeza) o destino inexorável de acrescentar mais esse título ao currículo.
Quando o Bacalhau entrou em campo com aquele uniforme de coveiro (todo preto) que eles tem, a certeza virou realidade. Ironia do destino, eles haviam entrado em campo para assistirem ao próprio enterro.
Numa noite em que boa parte da vitória deve ser creditada ao Ney Franco. Primeiro, ao colocar o time pra frente, marcando em cima, não dando chance ao adversário de sequer respirar, fazendo-o inclusive perder um jogador logo de cara, expulso (facilitando muito as coisas pro nosso lado). E depois ao substituir Toró, já com cartão amarelo, pelo Obina (´que é melhor que o Eto´o...´) e mantendo a pressão lá na frente. O 1 a 0, definido pelo petardo indefensável desferido pelo Juan, ficou até barato pra turma da colina. Podíamos com justiça ter terminado o jogo e o campeonato com um placar bem mais elástico.

Mas o que importa no final das contas é que mais uma vez prevaleceu a mística que envolve Flamengo e Vasco.Times que hoje em dia seriam teoricamente parecidos, mas que quando se enfrentam cara-a-cara tornam-se gigante e sardinha (´...no Marcanã Bacalhau vira sardinha..´.).
Fico pensando aqui comigo, o que serão das próximas finais de campeonato entre Flamengo e Vasco? Será que a torcida do Vasco ainda comparecerá ao estádio para arriscar levar mais um sarrafo? Até quando esse massacre continuará....?
Eu só sei que eu continuarei lá, como sempre, do lado esquerdo das cabines de rádio, ali do lado da Raça, ´com muito orgulho e muito amor´, ´levantando poeira´ mais quantas vezes forem preciso....

Depois de meses*, de volta ao Blog, com muito orgulho...











* Depois da tempestade, a bonança...

Luizão



Em dois jogos, Luizão mostrou o que é ser Flamengo...

Ser Flamengo é raça e superação, a cada jogo, a cada disputa de bola, a cada momento...

É não desistir um instante sequer, independente do resultado....

Ser Flamengo é inexplicável...

Saudações Rubronegras

CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO
PENTACAMPEÃO BRASILEIRO!!!!
BICAMPEÃO DO BRASIL!!!!
SETE TÍTULOS NACIONAIS!!!!
O MAIOR GANHADOR DE TÍTULOS DO PAÍS!!!!
ARCO-ÍRIS E IMPRENSA: VOCÊS VÃO TER QUE NOS ENGOLIR!!!!!!!

quarta-feira, 26 de julho de 2006


Rubro-Negros, sejam Flamengo!!

É só disso que precisamos hoje à noite. O resto deixa com o Cósmico.

Mengão Sempre!!



terça-feira, 25 de julho de 2006

RESPEITO É BOM
Lamentável e inaceitável a posição tomada por participantes do programa Linha de Passe da ESPN ontem à noite. Os representantes do Rio, especialmente o sr. Fernando Calazans, chegou ao ridículo de se dizer de mau humor com o futebol desde a Copa do Mundo e que não tinha interesse em falar sobre o esporte, ridicularizando de forma acintosa e desrespeitosa a participação de Flamengo e Vasco como finalistas da Copa do Brasil, que se recusou a comentar. Foi secundado pelo sr. Márcio Guedes que aquiesceu, com ironia e menosprezo à final carioca do torneio. Aproveitaram-se da total passividade dos representantes do Rio no programa os demais participantes em São Paulo, que se dedicaram grande parte do tempo a discutir a escolha de Dunga e a crise do Corinthians. Aliás, sobre este assunto, o sr. Calazans tinha opinião e interesse em comentar: saiu-se com a pérola de que é inadmissível e incompreensível que um time como o Corinthians esteja na situação em que está, apesar dos problemas conhecidos da sua direção (!!!!!!!!). O prazer com que os participantes paulistas receberam os comentários dos cariocas era visível.
Não foi aqui no Blog que eu li que o Calazans é Flamengo? Se ele foi, com certeza não é mais. Porque criticar e debater, expor seu descontentamento com os rumos do time e de seus dirigente é válido e aceitável. Mas desrespeitar o clube e seu 35 milhões de torcedores não é.
E eu que pensava que ainda tinha pelo menos um programa esportivo decente para assistir, agora não tenho mais nenhum.

segunda-feira, 24 de julho de 2006

A união faz a força...

Perder - com reservas enxertados - pro poderoso elenco do Santa Cruz foi algo que deixou os pouco mais de 35 milhões muito tristes, tendo em vista que depois de amanhã disputaremos uma final de Copa do Brasil.

E é fato realmente engraçado que a torcida do Sport apóie o seu maior rival quando este enfrenta o Flamengo. O motivo??? 87....é, eles ainda sofrem com 87. E até mesmo se unem a quem odeiam para desabafar sua ira. Seria trágico se não fosse extremamente cômico.

Enfim, vamos nos concentrar para o que REALMENTE interessa.

E nada mais digo.

domingo, 23 de julho de 2006

Quando....

começaremos a disputar o brasileirão à vera?

Cartas para a redação.

sábado, 22 de julho de 2006

ESCOLHAS

Certo. A Copa do Brasil é prioridade, estamos pertíssimo de conquistar o título. E ele é o único que temos realmente chance de ganhar em bastante tempo. Não podemos bobear, cada detalhe é importante.
Mas o Campeonato Brasileiro me preocupa muito. Tivéssemos ganho os 6 pontos em casa, ou pelo menos 4, não diria absolutamente nada, me calaria e concordaria totalmente. Mas perdendo como perdemos e considerando que os 2 próximos jogos são fora, sendo um contra um time que dá mostras de ressuscitar na competição e o outro na fatídica Curitiba, onde há algum tipo de bloquei psicológico que nos impede de jogar bem e ganhar, fico extremamente desconfortável com a opção de ir com um time reserva para Recife. Nem o técnico vai. Eu acho perigoso e, sinceramente, não entendo bem. Estou neste momento acompanhando o jogo do Brasil na Liga Mundial contra a Argentina. Eles estão jogando em alto nível hoje, e vão repetir a dose amanhã. Deve ser coisa de, no mínimo, umas 4 horas de vôlei em dois dias. Não sei, mas acho que daria para jogar as duas competições com os principais atletas. Até mesmo porque nossos principais jogadores precisam ganhar ritmo, entrosamento e condição física.
Espero que dê tudo certo. Mas que estou "cabreiro", estou.

quinta-feira, 20 de julho de 2006


Flamengo x Vasco

Acabei de chegar do Maraca, e não dá simplesmente pra ir dormir...
É indescritível o sentimento de derrotar o bacalhau mais uma vez em uma final de campeonato (sabendo, claro, que nada está decidido ainda).
Mas chega a ser inacreditável, quase anti-estatístico, ver mais uma vez a portuguesada saindo mais cedo do estádio, de cabeça baixa.
O que deve passar na cabeça desses pobres coitados donos de padaria, tão acostumados ao nobre posto de vice-campeões?
Hoje, tudo deu certo. Saí do trabalho cedo, não houve qualquer tipo de engarrafamento, encontrei como combinado "meus amigos de Maraca", e nos posicionamos ali, como sempre, do lado esquerdo das cabines de rádio, entre a Raça e as cadeiras especiais. Tudo nos conformes, tudo como manda o figurino. A minha parte foi feita. A torcida, como um todo, também cumpriu seu ritual e deve ser enaltecida mais uma vez. Nem tanto por ter embalado o time, como contra o Ipatinga, quando ela literalmente entrou em campo e decidiu o jogo. Mas pela festa, principalmente aquela anterior ao começo do jogo. Como sempre, estava em número visivelmente superior, o que não é novidade para ninguém. Além disso, já havia sido anunciado pela mídia que a maior bandeira do Brasil, numa união das torcidas Raça e Jovem e patrocinada pela Nova Schin seria "desfraldada" (como dizia nosso saudoso Jorge Curi, ou seria Waldir Amaral...?). E quando ela apareceu, com seus mais de 5000 m2, tomou conta do estádio, reduzindo aquelas peças de pano preto e branco do outro lado a meros panos de prato curtos, escondendo de vergonha aqueles com o cinto de segurança no peito.
Mas não foi só. Antes do time entrar em campo, outro time, bem melhor diga-se de passagem, serviu de inspiração para todos os bem-aventurados que estiveram presentes ao Maior do Mundo nessa noite. Para surpresa de todos, (e por uma dessas coincidências felizes da vida, talvez inspiradas no texto do Sergio Atallah de hoje a tarde), lá estavam à nossa frente: Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita Nunes, Lico e ainda Rondinelli, o Deus da Raça. Noutra ainda, nosso velho companheiro Bussunda. Cada um, devidamente caracterizado em um bandeirão próprio, tremulando ali na nossa frente, ali no Maraca mais uma vez, e devidamente saudados pela maior torcida do planeta.
Claro que o gol do Obina e o do Luizão também ajudaram, mas ali, pra mim, no desfraldar daquelas bandeiras, daquele timaço, mesmo antes da bola rolar, a gente ganhou o jogo de hoje e o Bacalhau foi mais uma vez pra casa de cabeça inchada.

....................................

"Chega de bobeira, chega de bobagem, já virou sacanagem....."

Perfeito

Nosso técnico foi isso. Simplesmente perfeito.

Não importa se Fernando é horroroso e se Júnior não pode vestir a nossa camisa. Entrou com um time estranho, mudou com ousadia e metemos 2 x 0.

E que nunca mais digam que não ganhamos de time pequeno em decisão da Copa do Brasil.

Conte comigo, Mengão! A Copa do Brasil é nossa. Mais uma vez.

quarta-feira, 19 de julho de 2006




E que...

Diego jogue como Raul...
Leo Moura tenha seus lampejos de Leandro...
Renato Silva tenha arremedos de Figueiredo...
Angelim seja intransponível como Mozer...
Juan tenha a lucidez do Júnior...
Jônatas apareça como Andrade...
Toró faça chover...
Renato incorpore Zico..
Renato Augusto seja a maior revelação...
Ramirez incorpore Doval...
Luizão esteja iluminado como Nunes na final de 80...
Ney Franco tenha a genialidade de Coutinho.

Conte comigo, Mengão!


O Primeiro Dia do Resto de Nossas Vidas


Depois de hoje nada será como antes.
Você já está preparado?
Porque é tudo agora.
Não adianta mais guardar nada pra depois.
O que já passou não tem a menor importância.
Quem pode mais chora menos.
E o Manto tem tudo pra prevalecer.
Só depende de cada um de nós, já que da mulambada pouco se pode esperar.
Mais uma vez o nosso maior reforço é o Cósmico.

Mengão Sempre.

terça-feira, 18 de julho de 2006

Vitorioso Flamengo (Moraes Moreira)



Que amanhã seja assim...

Saudações Rubronegras


Time fraco.
Dirigentes estúpidos.
Desespero.
Vergonha.
Desorganização.
Crise.

Eu compartilho do pessimismo, estou quase sem esperanças.

Mas...

Mesmo assim,
vamos torcer.
Quem sabe o gigante não acorda de novo?
Por que não pensar em mais um título?

Afinal de contas, mesmo fracos e desmoralizados, nós ainda inspiramos medo neles...

segunda-feira, 17 de julho de 2006

Destroçado a 48 horas da final

Às vésperas da decisão mais importante do clube nos últimos quinze anos...

Time indefinido. Jogadores contundidos. Outros voltando de contusão. Salários atrasados. Discordância sobre a viagem para Itu e a premiação do título. Jogador que admite há duas semanas que no dia 19 não vai estar 100%. Falta de opções para o técnico. Presidente menospreza o rival. Para piorar ainda mais, um diretor, dois dias antes da partida, tem a cara de pau de provocar o Vasco, dizendo que o Fla é o "Brasil de 70" e vai vencer por 4 a 1, depois de perder para os reservas cruzmaltinos. E o time, nos dois últimos jogos, morreu no segundo tempo.

Onde vamos chegar?

É clássico, é final. Não tem favorito. Mas como acreditar que vamos superar o Vasco mais uma vez se o Flamengo não tem força e organização para superar e resolver os seus próprios problemas?

Espero que tudo mude quando o juiz apitar na quarta. Que o time mostre o mínimo de organização para superar um Vasco, que não é melhor tecnicamente, mas está superior taticamente e fisicamente e parece muito mais centrado na decisão. A esperança é essa.

PARA DISCUTIR
Não é minha intenção polemizar nem jogar farofa no ventilador em plena semana da decisão da CB. Também não quero competir com as estatísticas do João Simões, mesmo porque não tenho os dados arquivados, fui apenas ao site Flaestatística consultar os resultados e fiz um esforço de memória para lembrar as datas que cada técnico assumiu. Se não estou enganado, os dois primeiros jogos do Carioca quem foi o técnico foi o Adílio, com o time B. Depois o Valdir Espinoza dirigiu o time até o jogo com o Botafogo. No jogo contra o América o técnico já era o Valdemar Lemos e o contra o Santos, 2X2, foi o primeiro do Ney Franco. Os números a que eu cheguei ( desculpem se cometi algum erro ) foram:
Espinoza: 8 jogos, 2 vitórias, 4 empates, 2 derrotas, aproveitamento de pontos 41,67% 19 gols pró ( média 2,38 ) 18 gols contra ( média 2,25 ).
Valdemar Lemos: 17 jogos, 8 vitórias, 4 empates e 5 derrotas, aproveitamento de 54,9%, 26 gols pró ( média de 1,52 ) e 15 gols contra ( média de 0,88 ).
Ney Franco: 9 jogos ( inclusive os 3 amistosos no NO/NE ), 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, 15 gols pró ( média 1,67 ) e 13 gols contra ( média 1,44 ).

domingo, 16 de julho de 2006

Tem jogo hoje....

vamos formar?? Temos, né? Não importa que tenhamos jogadores desagregadores, tampouco dirigentes incompetentes que mal sabem gerir cuecas furadas.
Somos a maior torcida do mundo, e a partir de hoje começa a caminhada rumo ao Bi.

Comente aqui o jogo.

sábado, 15 de julho de 2006

Na linha do "Penso, logo existo"....

Jean não é (e nem está perto de ser) Zico (peço desculpas pela heresia de citar o nome Dele ao lado do outro numa mesma frase).

Então, não é insubstituível.

E nada mais digo.

sexta-feira, 14 de julho de 2006

FLAMENGO X VASCO

Campeonato Brasileiro

Jogos: 36

Vitórias: 12

Empates: 11

Derrotas: 13

V = 33%

E = 31%

D = 36%

Gols Marcados: 43

Gols Sofridos: 46

Maior período sem perder: 6 jogos (1971 a 1974)

Maior período sem ganhar: 8 jogos (1994 a 1999)

Maior vitória: 4x0 (2000)

Pior derrota: 1x5 (2001)

Resultados mais comuns: 1x1 (8 vezes)

Jogador do Fla com mais gols: Zico (5 gols)

Primeiro jogo:

3/10/1971 Flamengo 0x0 Vasco
Time: Ubirajara Alcântara, Aloísio, Fred, Reyes e Paulo Henrique; Liminha e Renato; Rogério, Samarone, Zico (Fio) e Rodrigues Neto.

Último jogo:

22/10/2005 Vasco 2x1 Flamengo
Time: Diego, Leonardo Moura, Renato Silva, Júnior Baiano e André (André Santos); Augusto Recife, Diego Souza (Júnior), Jônatas e Fellype Gabriel; César Ramírez e Obina (Fabiano Oliveira).
Gol: César Ramírez.

Quatro vitórias marcantes:

27/10/2000 Vasco 0x4 Flamengo
Tiime: Júlio César, Maurinho, Juan, Gamarra e Athirson; Leandro Ávila, Rocha, Jorginho (Alex) e Petkovic (Alessandro); Edílson e Adriano (Roma).
Gol: Petkovic, Adriano, Petkovic e Edílson.

Nossa maior goleada sobre eles em Brasileiros. Alás, a maior goleada que eu vi o Flamengo aplicar no Vasco. Uma partida simplesmente perfeita, em mais uma estréia de Zagallo.

5/5/1983 Vasco 1x2 Flamengo
Time: Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Vítor, Élder(Figueiredo) e Adílio; Zico, Baltazar(Gilmar) e Júlio César Barbosa.
Gols: Adílio e Júlio César Barbosa.

Flamengo e Vasco se enfrentavam pelas quartas-de-final de 1983. Com esta vitória o Flamengo largou na frente. Adílio abriu o marcador, e o Flamengo era soberano, mas num acidente, Mozer fez um gol contra empatando a partida. Mas corremos atrás do prejuízo: o zagueiro Marinho deu uma de ponta foi driblando até a linha de fundo e cruzou para o gol salvador de Júlio César.

No jogo seguinte, a classificação foi garantida com um 1x1, o gol de empate feito por Zico, em condição legal. Os vascaínos choraram e espernearam, e Roberto Dinamite foi expulso por reclamação.

5/11/1989 Vasco 0x2 Flamengo
Time: Zé Carlos, Josimar, Júnior, Fernando e Leonardo; Aílton, Zico e Zinho; Alcindo, Bujica (Nando) e Luís Carlos (Zé Carlos Paulista).
Gols: Bujica (2).

Num ano em que acabaram campeões, os vascaínos eram favoritos, tinham um time de jogadores de seleção (curiosamente adquiridos quando Eurico Miranda era Diretor da CBF), liderados por Bebeto. O Flamengo vinha mal, e tinha um time de jovens, liderados pelos ?velhinhos? Zico e Júnior (que jogou de zagueiro). Bujica marcou dois gols e entrou para a história como ?Bujica, o Caçador de Marajás?. Por onde andará?

1/7/1992 Vasco 0x2 Flamengo
Time: Gilmar, Charles, Gottardo, Júnior Baiano e Piá; Uidemar, Júnior, Zinho e Nélio ; Paulo Nunes (Fabinho) e Gaúcho (Marcelinho).
Gols: Júnior e Nélio.

Foi uma vitória importantíssima para nós, que estávamos nas semifinais do Brasileiro de 1992. O Vasco havia sido o primeiro colocado na primeira fase, mas deu azar de topar justo conosco. O Flamengo tinha cinco jogadores pendurados, e o sempre antipático Márcio Rezende amarelou todos, nos obrigando a jogar com um time quase reserva contra o São Paulo na partida seguinte.

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Hoje é dia de gol!

Se tem um time que me tira do sério (fora do Rio), é esse que enfrentaremos hoje. Moro em Curitiba, e sou obrigado a aguentar um time com menos de 12 anos de vida tirando onda.
E mais, num mesmo dia, o apresentador do globo esporte nos chama de freguês, e o técnico do time deles diz que eles são desrespeitados e humilhados pelo Flamengo.
Não dá pra entender. E eu parei de tentar. Quero mais é que ganhemos esse jogo de hoje, e que tanto o jasson goulart quando o caio jr. calem a boca.

Comente aqui o jogo.

quarta-feira, 12 de julho de 2006

E agora?

Depois de ler essa notícia, fico imaginando porque ele não se junta a alguns jogadores da seleção brasileira nos treinos. Ah, lembrei, é porque Seleção é currículo, e nem isso ele tem. Mas pelo menos se porta como prima dona.

Pra mim, o dono do time é esse aqui. E por merecimento.

Saudações Rubronegras

terça-feira, 11 de julho de 2006


E dizem que o Zidane é melhor que o Zico!!




FLAMENGO X PARANÁ

Campeonato Brasileiro

Jogos: 14 (6 no RJ, 8 no PR)

Vitórias: 3 (2 no PR, 1 no RJ)

Empates: 2 (1 no PR, 1 no RJ)

Derrotas: 9 (4 no RJ, 5 no PR)

V = 21%

E = 14%

D = 64%

Gols Marcados: 11 (4 no RJ, 7 no PR)

Gols Sofridos: 27 (11 no RJ, 16 no PR)

Maior período sem perder: 3 jogos (2004 a 2005)

Maior período sem vencer: 7 jogos (1998 a 2004)

Maior vitória: 2x1 (1997, 2004)

Pior derrota: 2x6 (2003)

Resultados mais comuns: 2x1, 0x1, 1x2 e 0x3 (2 vezes)

Jogador com mais gols: Dimba e Renato Gaúcho (2).

Último jogo:

20/11/2005 Paraná 0x1 Flamengo
Time: Diego, Leonardo Moura, Renato Silva, Fernando e André Santos; Jônatas, Diego Souza (Souza), Júnior e Renato; Fellype Gabriel (Léo Cruz) e Ramírez (Obina).
Gol: Obina

Primeiro jogo:

26/10/1994 Paraná 0x0 Flamengo
Time: Gilmar, Jura (Fábio Baiano), Gélson, Índio e Marçal; Charles, Fabinho, Rodrigo Mendes e Marquinhos (Fabiano); Magno e Sávio.

Duas vitórias marcantes:

4/10/1997 Paraná 1x2 Flamengo
Time: Clêmer, Fábio Baiano, Júnior Baiano, Luís Alberto e Leonardo Inácio ; Jamir , Bruno Quadros, Evandro e Lê (Jorginho); Renato Gaúcho (Rodrigo Mendes) e Sávio.
Gols: Renato Gaúcho (2).

Nossa primeira vitória sobre os tricolores paranaenses, e justamente no campo deles. O resultado veio coroar uma seqüência de três partidas fora de casa: 0x0 com o Atlético/PR, 1x0 no Juventude e este 2x1 no Paraná.

20/11/2005 Paraná 0x1 Flamengo
Time: Diego, Leonardo Moura, Renato Silva, Fernando e André Santos; Jônatas, Diego Souza (Souza), Júnior e Renato; Fellype Gabriel (Léo Cruz) e Ramírez (Obina).
Gol: Obina

Uma vitória salvadora: com ela, ganhamos pontos fundamentais para escaparmos do rebaixamente. E muito, mas muito sofrida, com um gol de Obina no finzinho.

segunda-feira, 10 de julho de 2006

Acabou a Copa (ou "Zizou, vai tomar no ...")

É, acabou a Copa. Na verdade, graças a Deus acabou a Copa. Uma Copa sem brilho, sem espetáculo, na qual o que ficou de bom foi só mesmo o soerguimento do sentimento nacionalista alemão (no sentido positivo da expressão, claro). O Brasil decepcionou feio, e os ditos cracaços e melhores jogadores do mundo só serviram mesmo pra vender artigos esportivos e bebidas fazendo malabarismos e macaquices com a bola na televisão. Era um tal de cambalhota com a bola enfiada não sei aonde pra lá, um tal de passar os pés pela bola pra cá, que esqueceram que jogar bola mesmo não é isso, ou melhor, não é só isso. É preciso ter objetividade, velocidade, é preciso ser um time e não um bando de jogadores que jogam muito mais com o nome do que com a vontade e orgulho de representar um país ou uma camisa.
Foi uma Copa das defesas, onde o 1 a 0 foi goleada e a Itália (sic) foi a campeã com timinho que se pegar o Mengão embalado no Maraca leva de três.... (menos, menos... bem, vcs entenderam o que eu quis dizer...) No mais, nada de inovações táticas, nada de futebol ofensivo (salvo aquela acachapante vitória Argentina sobre a Sérvia), nada de grandes craques.
"Ôpa, pera aí", dirão alguns, mas "e o Zidane...?"
A imprensa mundial, os franceses e os fãs do Zizou que me desculpem, mas pra quem viu o Zicão jogar, não dá pra dizer que o Zidane é esse supercraque que falam por aí. Tem classe, elegância e inteligência, é verdade, mas lhe falta, sempre lhe faltou, um certo "punch", alguma velocidade e a determinação que marcam os verdadeiros gênios.
No campo, na bola, sou bem mais o Galinho, e na porrada, então, muito mais o Anselmo...

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Agora vamos ao que interessa. Vamos pra verdadeira final de Copa, aquela que mexe com a gente de verdade. Aquela que será jogada no palco sagrado do futebol mundial, pela maior rivalidade que se tem conhecimento no planeta. Onde a torcida joga junto e faz a diferença.
Mengão, pode "contar comigo"...

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"Ahn, Ahn, Ahn, Ahn, Ahn... pnc do Valdiran !!!!"

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Repelente de Bacalhau Imundo



"Mulher rubro-negra é um negócio tão bom que quem não gosta tem mais é que tomar no cu mesmo. "
Robertha Musa

Delenda Portucalus

Todos leram sobre o tal boicote das redes Mundial e Prezunick a cerveja Nova Schin. Partindo disso, foi montado um evento de proporções rubronegras para mostrar a força de nossa torcida.
A partir das 16 horas de hoje, nossa Nação enviará o e-mail abaixo para as seguintes contas:
miriam@supermercadosmundial.com.br, fabio@supermercadosmundial.com.br, mostrando que JAMAIS morreremos calados.
Contamos com a participação de todos.

Aos senhores administradores da rede Mundial.

Permita-me a apresentação: sou um cliente de suas lojas. E no meu papel de cliente busco sempre os melhores produtos nas melhores condições de preço. Em face disso, me tornei um cliente fiel de sua rede.
Mas algo chamou minha atenção nos últimos dias. As suas lojas não vendem a Nova Schin, e o que é pior, circula pelos meios de comunicação uma nota que explica, para tal, o fato dessa marca de bebida ser patrocinadora do Clube de Regatas do Flamengo, que para seu conhecimento, detém a maior torcida do país, e quiçá do mundo.
Enfim, no nosso papel de cliente e torcedor, enviamos um e-mail perguntando o real motivo disso. E recebemos a resposta que vossa rede com os seguintes termos: "Sendo assim, informamos que por filosofia o Supermercados Mundial , não comercializa nenhum produto que esteja utilizando como marketing, assuntos ligados à política, time de futebol, religião, etc...evitando polêmicas, constrangimentos, preconceito, entre nossos clientes."
Em face dessa resposta, faço meu primeiro questionamento:
1 - Porque a rede vende então o guaraná antártica, que tem como um de seus garotos propagandas um JOGADOR DE FUTEBOL ARGENTINO, e que podemos considerar, VICIADO EM COCAÍNA?
2 - Coca cola, Brahma, Rexona, entre outras marcas, estão diretamente relacionadas a jogadores que NÃO HONRARAM UM DE NOSSOS MAIORES ORGULHOS: a CAMISA DA SELEÇÃO BRASILEIRA.
3 - O que vocês chamam de polêmica? Podem vender BACALHAU, que é associado ao time do nefasto Eurico Miranda, mas não podem vender a Nova Schin, só pelo fato de ser a patrocinadora do - reitero - TIME DE MAIOR TORCIDA DO PAÍS E QUIÇÁ DO MUNDO.
Enfim, certos do péssimo gosto da nota veiculada em diversos meios de comunicação, NÓS, TORCEDORES DO FLAMENGO, DECLARAMOS VETO TOTAL A TODAS AS ATIVIDADES COMERCIAIS PRATICADAS por vossa rede, e desde já iniciamos uma grande campanha que trata do PRECONCEITO ABSURDO praticado pela DIRETORIA DA REDE MUNDIAL.

Sem mais para o momento,
Nome - Membro fiel da maior torcida do país.

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Finalmente, tratemos de coisas sérias

Meu ingresso já tá comprado. E o de vocês?

domingo, 2 de julho de 2006


A importância de Renato

Durante o jogo de ontem em que o Brasil foi eliminado, constastei o óbvio: a importância do Renato para o time e elenco do Flamengo.

Uma vez que no nosso elenco não há um Zidane (embora o Jonatas ache que jogue mais que o francês, e o Junior o Beckham), é necessário que o time tenha, ao menos, a vontade de vencer, sempre. E essa vontade se manifesta e se externa no Renato, que embora limitado tecnicamente, não desiste nunca.

E mesmo que seja apenas pelo prazer pessoal de vencer, e não por honrar o Manto Sagrado, ainda sim, tal sentimento ajuda o Flamengo, pois mesmo que perca, que seja de pé, lutando até ao fim, e não parado no meio de campo com a mão na cintura, um gesto típico da dupla JJ.

Obrigado ao Renato, ao Rondinelli e ao Nunes, que compensaram a falta de talento com a gana de vencer.

Saudações Rubronegras

sábado, 1 de julho de 2006

Flamengo Net

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