Agora, só em julho
A gente tá a quatro pontos da zona da Libertadores (é até o quinto, não é isso? Ou o quarto? Aí são 5).
Tem três considerações aí.
Uma que não adianta nada: a gente perdeu um ponto contra o Inter, um contra o Fluminense e dois contra o Fortaleza por conta de erros claros de arbitragem. São quatro pontos. Estaríamos com 18, lá na frente. Lamentável. Mas se meu pai fosse mulher eu teria duas mães... Isso não vale nada.
A segunda é que estamos bem desfalcados. Depois da Copa, em condições normais teremos Luizão, Ramirez, Léo Moura e Sávio. É quase meio time e de jogadores que fazem diferença em relação a quem tem jogado.
E a terceira é que a gente já jogou contra São Paulo, Inter, Cruzeiro (esses todos fora), Fluminense e Santos. Ou seja, contra os cinco primeiros colocados. Fora o Corinthians, que tá ruim agora mas daqui a pouco deve se recuperar (mesmo que os argentinos não voltem, deve vir gente pro lugar).
Ou seja, a tendência é, se fizerem tudo direitinho sem nenhuma grande besteira, o aproveitamento melhorar. Até porque temos agora um técnico que ao menos se livrou de determinados cacoetes do anterior que só atrapalhavam.
E ainda tem a Copa do Brasil pra decidir. A Copa do Mundo é aperitivo.
Pelamordedeus, Athirson não!
Tenham ao menos mais imaginação, caceta.

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