Delenda Macaca
Se tem uma coisa que emputece é quando os torcedores do Flamengo começam a dar uma importância exagerada a certos timecos sem expressão oriundos do estado que mais polui a atmosfera e os rios no Brasil. Timecos que pra nosso azar abundam injustificadamente no Campeonato Brasileiro.
Essa partida contra a microscópica macaca-jeca é um bom exemplo de como certos elementos muito encontradiços na malévola e analfabeta imprensa de São Paulo tentam desesperadamente revestir os seus mais insignificantes times com uma importância que não têm. Julgada exclusivamente por seus méritos e conquistas desportivas, a Ponte Preta merece destino ainda pior que o do Guarani que atolou na Segundona, com o agravante de ainda por cima usar uma das 3 camisas mais escrotas do Brasil. Sob qualquer ponto de vista, é um time talhado desde o berço para a Terceira Divisão.
Logo, não será por causa das despropositadas e irresponsáveis declarações do senhor Flavio Prado (cujo programa esportivo dá traço em qualquer avaliação de audiência séria) ao estilo locutô da roça a serrrviço do Coroné incitando à violência e ameaçando a integridade física de árbitros, atletas e torcedores do Flamengo, que o jogo de domingo deixará de ser uma previsível batalha entre uma Nação de dimensões ciclópicas que enverga um Manto Sagrado e um timinho mal-vestido que se mede na escala nanométrica.
Não é hora de dar atenção pra fofocas, recadinhos de pernas-de-pau e outros assuntos de menor importância que só servem para diminuir a concentração da equipe. Vamos com seriedade e raça, sem se intimidar e sem dar a essa pobre agremiação e a seus primitivos jogadores a menor consideração. É só mais um timinho do interior que tolamente tenta se colocar entre o Flamengo e seu objetivo.
Serão destruídos.
Actum nihil dicitur cum aliquid superest ad agendum
Maurício Neves
quarta-feira, 9 de novembro de 2005
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arthur_muhlenberg
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