quinta-feira, 23 de dezembro de 2004

"Celso Roth é visto na Gávea como um técnico trabalhador e disciplinador"

Pois bem, vamos lá. Em 95 tivemos Vanderlei Luxemburgo, trabalhdor e disciplinador. Saiu por causa de um jogador.

Tempos depois veio o Evaristo de Macedo, trabalhador e disciplinador, que saiu porque o time não gostava dele e ele ficava brigando com jogadores no treino, embora quando enfiou o dedo na cara do Maurinho, o fez com apoio de toda a Nação.

Tivemos também o Carpeggiane, também trabalhador e disciplinador, que saiu por causa de um jogador, Pet e porque não sabia armar o time aponto de levar de 5 do Vasco do Abel.

Tivemos o Carlos Cesar, trabalhador e disciplinador, que saiu por causa de um jogador, Pet. Veio o Carlinhos, velho conhecido, trabalhador e disciplinador ao seu estilo e levou o Bi carioca. Mas o Carlinhos saiu e veio o Zagallo. Trabalhador, disciplinador e macumbeiro. Levou o Tri mas saiu por falta de pulso para barrar jogadores (ou não tinha autorização para tal).

Veio 2002, ano que apaguei da minha memória e em 2003, tivemos Nelsinho, trabalhador e disciplinador que escalava jogador bichado. Se era opção ou ordem superior, não sei. Depois tivemos os irmãos Oliveira que saíram xingando o clube, com razão.

Abelão chegou, trabalhador e disciplinador, e perdeu a Copa do Brasil, mas tinha o time nas mãos. Os jogadores gostavam dele. E veio o Ricardo Gomes, trabalhador e disciplinador, que também saiu por causa de um jogador, Dimba.

Ou seja, trabalhador e disciplinador é o "censurado pelo Termo de Uso". Tem que ser bom, e isso o Roth não é, tem que ter time bom, e isso o Flamengo não tem, e não tem que ter dirigente passando a mão na cabeça de jogador, mas isso, isso o Flamengo tem de sobra.

Vamos virar um Grêmio.

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